Dos doze deuses gregos principais que viviam no Monte Olimpo (céu ou paraíso), na região de Tessália, Zeus era o deus principal, o chefe que detinha toda autoridade e poder. Mas existiam os deuses ‘menores’ que habitavam o mar e a terra.
Os Deuses da Mitologia Grega:
Afrodite - esposa de Hefesto, o deus coxo; foi amante de Ares, o deus da guerra; seus principais atributos eram a atração erótica e o prazer sexual. Afrodite é a deusa grega da beleza e do amor.
Apolo - deus arqueiro da saúde, da música e da atividade intelectual, irmão gêmeo de Ártemis.
Ares - deus da guerra, amante adúltero de Afrodite, segundo Homero, culto não muito difundido.
Ártemis - deusa caçadora, principalmente das regiões montanhosas e silvestres; protetora da transição da adolescência, desde a infância até a idade adulta; virgem perpétua; irmã gêmea de Apolo.
Asclépio - Cultuado como herói e como deus; divindade padroeira da cura, especialmente através dos sonhos.
Atena - filha de Zeus, célebre por seu nascimento incomum (sai da cabeça do pai, já totalmente armada); deusa das habilidades manuais e da sabedoria prática; também eterna virgem, associada à esfera masculina da guerra.
Baco - forma latina, nome alternativo de Dioniso.
Bóreas - deus do vento do norte, cultuado, por exemplo em Atenas.
Deméter - deusa mãe da terra, uma das doze divindades do Olimpo, particulamente associada à fertilidade feminina.
Dioniso - deus da ilusão e do êxtase, especialmente pelo vinho e a arte dramática.
Eilêitiia - deusa do parto, invocada para minorar as dores da parturiente.
Éolo - deus dos ventos, prendeu-os num saco e os deu de presente a Odisseu quando este voltava de Tróia, porém os marinheiros enciumados, abriram o saco e libertaram novamente os ventos.
Hécate - divindade infernal associada à terra, capaz de infligir terríveis danos quando invocada por meio da magia e feitiçaria; também associada à iniciação aos cultos de mistério, frequentemente cultuada como deusa grega das encruzilhadas.
Hefesto - deus coxo, protetor dos artesãos, concebido pela mãe, Hera, sem um parceiro; criou ferramentas miraculosas, entre as quais o escudo e outras armaduras de Aquiles e de Pandora.
Hélio - deus do sol, pouco venerado, exceto em Rodes.
Hera - irmã e mulher de Zeus; no culto dos seres humanos, é associada à assistência às mulheres casadas e à proteção das cidades (por exemplo, Argos).
Hermes - filho de Zeus e da ninfa Naia; deus mensageiro, capaz de se deslocar e servir de intermediário entre as esferas humanas e divina; cultuado sob a forma de um pilar exibindo um falo ereto.
Héstia - uma das doze figuras do Olimpo, deusa da lareira; jurou virgindade perpétua.
Nereu - velho deus do mar, filho de Ponto (o mar); sua integridade foi elogiada por Hesíodo e por Píndaro; lutou com Héracles e perdeu.
Pandora - primeira mulher e deusa feita de terra; criada por Hefesto por ordem de Zeus, destinada a castigar os mortais.
Posêidon - um dos doze deuses do Olimpo, deus do mar, dos terremotos e dos cavalos; na literatura, ficou famoso por perseguir Odisseu.
Tetís - deusa e ninfa do mar, filha de Nereu, mulher de Peleu, mãe de Áquiles.
Zeus - principal divindade do panteão grego, senhor e pai de todos os deuses e deusas do Olimpo, na origem, deus celeste dotado de todos os poderes.
Apesar de não haver provas de sua veracidade, todas essas figuras míticas estão enraízadas na história da Grécia, em sua cultura e religião.
‘Grécia Antiga’ será um novo tema publicado aqui semanalmente e será baseado no livro “Grécia Antiga”, publicado originalmente nos Estados Unidos pela Cambridge University Press e traduzido no Brasil por Laura Alves e Aurélio Rebello.
Lançado pela editora Ediouro, o livro é um passeio pela Grécia Antiga, uma história de guerra e paz, que mostra quem eram os gregos: a vida na Grécia, o poder e o Estado, trabalho e lazer, o legado.
A Grécia Antiga é um caldeirão de cultura e política que gerou os alicerces políticos, artísticos, culturais, educacionais, filosóficos e científicos em que se baseia boa parte da civilização e da cultura do ocidente.
“De Fato, tudo o que é moderno em nossas vidas devemos aos gregos. Tudo o que é anacrônico deve-se ao medievalismo.”
(Oscar Wilde)
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