terça-feira, 15 de setembro de 2009

Lasar Segall – O Milagre da Luz e da Cor

Lasar Segall, nasceu na Lituania, Russia, 21 de julho de 1891. Lasar Segall foi pintor, desenhista, escultor, além de trabalhar com artes decorativas.

Lasar Segall sempre esteve vinculado ao expressionismo, através de desenhos angulares, cores fortes, expressou em suas pinturas, as paixões e o sofrimento humano.

Em 1912, Lasar Segall veio para o Brasil (São Paulo) com o propósito de visitar seus irmãos. Lasar se apaixonou pelas cores do Brasil, segundo o pintor, sua arte conheceu o “milagre da luz e da cor”. Fixou residência no Brasil e se tornou um destaque da arte moderna; em 1913, apresentou ao público brasileiro as tendências modernas europeias.

No ano de 1918, Lasar Segall voltou para a Europa onde fundou o movimento chamado “Secessão de Dresden”. Entre indas e vindas da Europa, Lasar Segall fixou-se definitivamente no Brasil no ano de 1932.

Lasar Segall desenvolveu várias pinturas de paísagens e retratos, temáticas brasileiras: mulatas, marinheiros, bananeiras, favelas; se dedicou também a arte decorativa, fez figurinos para o balé “Sonho de Uma Noite de Verão”, “O Mandarin Maravilhoso”; pintou murais para o pavilhão de Arte Moderna Olívia Guedes Penteado.

A importância e influência do artista Lasar Segall na arte moderna brasileira é imensa e pode ser percebida sua influência nas obras de grandes nomes da pintura moderna brasileira: Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Di Cavalcante, Portinari, entre outros.

Segundo afirmação de Mario de Andrade, “A produção segalliana representou a maior prova de que os artistas ligados às vanguardas europeias tinham deixado o experimentalismo para “advogarem” o retorno ao realismo.

Tadeu Chiarelli, um dos grandes especialistas em arte moderna brasileira, ao organizar uma mostra de arte sobre a obra de Lasar Segall (comemoração aos 40 anos do Museu Lasar Segall), definiu as obras do pintor Russo em três momentos: o primeiro, o período expressionista, que representa a obra de Segall como emblema das vanguardas históricas internacionais; o segundo momento, é realista, onde o artista recupera pressupostos da tradição visual anterior à sua experiência expressionista; o terceiro, é o período em que sua produção caminha para um diálogo nem sempre pacífico com a abstração.

O Museu Lasar Segall, criado no Brasil, demonstra a importância, respeito e admiração que o pintor conquistou no país. O museu foi criado como o objetivo de reunir, documentar, estudar, conservar e divulgar a obra do pintor russo Lasar Segall.

Obras (pinturas) de Lasar Segall

Homem com Violino

homem com violino lasar segal

Aldeia Russa

aldeia russa lasar segal

Cabeça de Russo

cabeca de russo lasar segal

Pogrom

pogrom 1937

Eternos Caminhantes

eternos caminhantes lasar segal

Dois Nus

DoisNus_Lasar-Segall

Bananal

LasarSegallBananal

Mercadores

lasar_segall_mercadores 

Paisagem Brasileira

paisagem brasileira lasar segall

Greve

greve_segall_1956 

A imagem abaixo é uma escultura feita por Lasar Segall, chamada Três Figuras.

tres figuras escultura lasar segal

 

Acesse o Site do Museu Lasar Segall e conheça sua biografia, obras e eventos culturais realizados no Museu.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Alfabeto Grego

No século V a.C., a civilização grega e a cultura grega já estavam estabelecidas. Foi por meio, do que hoje se denomina Linear B (forma primitiva da língua grega), que a civilização e a cultura “gregas” podem ser reconstituídas no que se refere a segunda metade do segundo milênio antes de Cristo. O silabário do Linear B, são códigos registrados em tabuletas de argila que serviam de registros de créditos e débitos das economias centralizadas nos palácios de Pilos, Tirinto e Micenas, no Peloponeso, e outras localidades.

Tabuleta de Argila com o Silabário do Linear B

LinearB

O Linear B era uma escrita de copistas, inventada e usada principalmente para manter registros; seus escribas eram funcionários palacianos, homens e mulheres da classe alta, portanto, não era de uso geral. Anterior ao Linear B um outro tipo de escrita, o silabário denominado Linear A, era usado em Creta, mas esse ainda não foi satisfatoriamente decifrado e não reproduz o grego e sua linguagem.

Tabuleta de Argila com o Silabário do Linear A

linearA

Existe um grande número de artefatos belos, rabiscado e pintado com essa escrita, porém não se sabe ao certo se o silabário do Linear B fosse falado ou não. O Linear B é uma escrita tão mal adaptada para transcrever o grego que os símbolos escritos foram complementados por ideogramas explicativos, ou símbolos de figuras.

Estudos arqueológicos nos mostram que existe um enorme vazio cultural e cronológico entre o mundo do palácio micênico, onde dominavam as figuras literárias de Agamenon e Aquiles, e o mundo da história de polis, ou cidades gregas, onde os épicos homéricos foram criados e acolhidos. Por exemplo, a escrita utilizada para transcrever os poemas homéricos transmitidos oralmente não foi o Linear B, em vez disso, usou-se um alfabeto tomado por empréstimo aos semitas feníncios do atual Líbano, brilhantemente adaptado para poder representar completamente todos os sons gregos. Assim, diferente do Linear B que era uma escrita restrita a um determinado grupo social, o alfabeto era aberto a homens e mulheres, ricos ou pobres, livres ou escravos.

O alfabeto grego se desenvolveu com numerosas variantes locais, provavelmente por volta do século VIII a.C. (799-700). Foi-nos transmitido pelos romanos, que por sua vez o receberam e adaptaram a partir de duas fontes italianas: do Etrusco e das cidades gregas da região que veio a ser conhecida como Magna Grécia (cidades situadas em volta da baía de Napóles e no sul, em torno do “pé” da Itália). A atual palavra “gregos” é uma versão depreciativa, criada pelos romanos, da palavra Graeci, até onde se sabe, os gregos sempre se denominaram “helenos”, embora não haja registro dessa palavra antes dos poemas de Arquíloco de Paros (e mais tarde, de Tarsos), no século VII a.C.

Possivelmente, o grego do Linear B era simplesmente uma espécie de jargão especial, conhecido apenas pelos escribas iniciados. Em todo caso, hoje os especialistas divergem nas suas explicações do relacionamento entre esse grego primitivo, ou protogrego, não atestado depois de 1150 a.C., e o grego atestado a partir do século VIII; um dos traços marcantes deste úlitmo é que engloba vários dialetos regionais, claramente identificados como, Jônico, Eólico, Arcádico-Cipriota.

Próxima abordagem: Os dialetos: Jônico, Eólico e Arcádico-Cipriota.

Fonte: O Livro Grécia Antiga – Coleção Ilustrada – Editora Ediouro. (Uma Obra da Universidade de Cambridge).

Visite o site com conteúdo especial, acesse Grécia Antiga – O Livro

domingo, 13 de setembro de 2009

Florbela Espanca – Poemas e Livros

Florbela Espanca – Poema “Ser Poeta”, Livro “Chameca em Flor”.

Florbela Espanca

“Ser Poeta é ser mais alto, é ser maior

Do eu os homens! morder como quem beija!

É ser mendigo e dar como quem seja

Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor

E não saber sequer que se deseja!

É ter cá dentro um astro que flameja,

É ter garras e asas de condor!”

Florbela Espanca, poetisa portuguesa, nasceu em Vila viçosa, 8 de dezembro de 1894. A poesia de Florbela é uma mistura de ingredientes próprios do amor: sedução, desejo, saudade, solidão, tristeza, amizades e morte. Carregadas de emoções femininas e eróticas, as poesias de Florbela foram ignoradas e desmoralizadas pela crítica, em nome da moral e do preconceito da época.

Florbela Espanca – Pintura de Carlos Bottelho

florbela espanca carlos bottelho

Florbela Espanca, em vida, publicou apenas dois livros: “O Livro das Mágoas” (1919) e “O Livro de Sóror Saudade” (1923). Florbela foi uma mulher Intensa e instável, teve uma vida breve e recheada de polêmicas. Aos 36 anos de idade, no dia 8 de dezembro de 1930, Florbela Espanca suicidou-se. Somente a partir desse momento trágico as obras de Florbela despertou interesse de todos até mesmo de seus críticos. A literatura da poetisa Florbela Espanca, atualmente, é extremamente admirada em todo o mundo, além de ser considerada uma das grandes figuras da literatura portuguesa do começo do século XX.

A partir de cartas escritas, contos não publicados, diário pessoal, poemas guardados, a literatura de Florbela foi publicada, postumamente, por outros escritores.

Literatura de Florbela Espanca

- Livro de Mágoas

- Livro de Sóror Saudade

- Chameca em Flor

- Juvelínia

- Reliquiae

- As Máscaras do Destino (contos)

- As Cartas de Florbela Espanca

- Diário do Último Ano

- O Dominó Preto (contos)

- Sonetos Completos – um volume que reúne todas as obras poéticas de Florbela Espanca, escrito por Guido Battelli, um admirador confesso da poetisa portuguesa.

Abaixo, dois vídeos com poemas de Florbela Espanca, narrado por Miguel Falabela:

Florbela Espanca – Amar

Inconstância; Os Versos que Te fiz; De Joelhos; Saudades

 

 Biografia de Florbela Espanca

sábado, 12 de setembro de 2009

História do Halloween – Dia das Bruxas

Halloween (dia das bruxas) é um evento tradicional e cultural, comemorado no dia 31 de outubro nos países anglo-saxônicos, em especial, nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido. Para entender a celebração do Halloween é preciso conhecer a história, a origem pagã e cristã dessa manifestação cultural.

halloween

A Origem Pagã do Halloween

A origem pagã do Halloween tem haver com a celebração religiosa dos druidas, onde o povo celta, em comemoração ao final do equinócio de verão e início do solstício de inverno, realizava o Festival de samhain (um culto aos mortos), entre os dias 5 e 7 de novembro. Nessa data os sacerdotes druidas incorporavam os mortos que voltavam para visitar seus familiares.

A Origem Cristã do Halloween

A palavra “Halloween”, segundo versões, foi primeiramente chamada de All Hallow’s Even, noite anterior ao dia de ‘Todos os Santos’ (dia 31 de outubro), instituido pelo Papa Gregório IV como sendo o dia da vigília de todos os santos. Com o tempo, o nome All Hallow’s Even foi sendo mudado até chegar a palavra Halloween.

Contam ainda que, a Igreja Católica na Idade Média, com o objetivo de eliminar a festa pagã do Samhain, realizou uma verdadeira ‘caça as bruxas’. Todos aqueles que praticavam rituais pagãos de curandeirismo (da cultura celta), eram julgados pela inquisição e quase sempre, bruxos e bruxas, como eles designavam, eram queimados na fogueira (autos-de-fé). Até então, o Halloween não tinha nenhuma conotação com as bruxas.

Tudo que se sabe a respeito da cultura celta e de sua religião, são dados (fatos) transmitidos oralmente, não existe registro histórico.

Na Irlanda, o berço do Halloween, o povo acreditava que na noite do dia 31 de outubro as almas voltavam a terra e possuiam as pessoas. Para se proteger, a população (das zonas rurais) nesse dia se fantasiava, apagava tochas e fogueiras e saia às ruas com o propósito de espantar os mortos. Foi na Irlanda que surgiu a tradição, a lenda folclórica do Jack O’Lantern (Jack Lanterna).

Em 1840, o povo irlandes (de etnia e cultura celta), fugindo da fome que assolava o país, levou para os Estados Unidos a comemoração do Halloween e a tradição do Jack O’Lantern (abóbora esculpida e iluminada).

Conheça - A Lenda de Jack O’Lantern

Hoje em dia as comemorações do Halloween muda muito de um lugar para o outro, além de não ter mais a mesma conotação de sua origem.

Foi nos Estados unidos que o Halloween se popularizou. É muito comum nesse dia vê crianças fantasiadas na rua pedindo doces (Trick-or-treat – Travessuras e Gostosuras), uma brincadeira originada de um costume europeu, conhecido com o nome de “Souling” (almejar), comemoração de todas as almas, onde os cristãos iam de porta em porta pedindo o “Soul Cakes” (bolo de almas), feitos de pequenos quadrados de pão de groselha.

criancas doces halloween 

Entre as Fantasias mais comuns do Halloween dos Estados Unidos, destacam-se: bruxas, capetinhas, vampiros, animais, múmias, caveira, supermam, mulher gato, mulher maravilha, homem aranha, mago, princesas, etc.

Símbolos do Halloween (Dia das Bruxas)

A Abóbora Iluminada – simboliza a fertilidade e sabedoria; a vela, os caminhos do espírito no plano astral.

abobora dia das bruxas

O Caldeirão – dentro dele os convidados atiram moedas e mensagens com pedidos aos espíritos.

caldeirao

A Vassoura – ao contrário do que diz a lenda popular, a vassoura não é o símbolo do meio de transporte das bruxas, mas sim, o símbolo do poder feminino, capaz de limpar as energias negativas.

vassoura halloween

Moedas e Bilhetes com Pedidos – as moedas são recolhidas no caldeirão para serem doadas aos necessitados; os bilhetes com os pedidos são queimados, através da fumaça eles se elevarão na esperança de serem atendidos.

moedas

A Aranha – simboliza o destino.

chapeu_aranha_com_teia_halloween

O Morcego – simboliza a clarividência, mesmo sem a visão ocular, captam os campos magnéticos pela própria energia e sensibilidade.

morcego halloween

O Sapo – símbolo lunar, atributo dos mortos e da magia feminina.

sapo simbologia

A Maçã – na festa do Halloween é usada como símbolo da vida e está associada também aos deuses do amor.

maca

O Gato Preto - símbolo ligado ao poder de uma bruxa de se transformar em gato. Também é visto como fonte de azar e espírito de pessoas mortas.

gato-preto

Simbologia das Cores - Halloween

Laranja – símbolo de vitalidade e energia que produz força.

Preto – cor usada por mestres, sacerdotes, magos, bruxas e feiticeiras.

Roxo – símbolo da magia ritualística muito usada no dia das bruxas.

Halloween - Dia das Bruxas no Brasil

No Brasil o Halloween (dia das bruxas) é celebrado timidamente no dia 31 de outubro. Sem raízes culturais sólidas o dia das bruxas causa protestos por parte de grupos nacionalistas que julgam que temos uma diversidade cultural muito grande e não precisamos importar estrangeirismos. Inclusive, em São Paulo, a cidade de São Luiz do Piratininga decretou que o dia 31 de outubro é o dia do Saci Pererê, um dos personagens mais importantes do rico folclore brasileiro. Para esses críticos o Saci  Pererê deveria ser celebrado no lugar de se comemorar o dia das bruxas.

halloween brasileiro

Apesar do Halloween ser uma comemoração sem muita popularidade no Brasil, os eventos comemorativos está se difundido e a cada ano conquista mais adeptos. Ao estilo “oba oba” o dia das bruxas no Brasil não tem qualquer conotação com as celebrações que ocorrem em outros países. No Brasil manifestações timidas podem ser observadas nas decorações de shoppings centers, grupos de amigos ou casas noturnas que realizam bailes a fantasia, onde os símbolos do Halloween fazem parte da decoração e do vestuário das pessoas.

Para alguns religiosos brasileiros e internacionais, o Halloween (dia das bruxas) é visto como um ritual satânico camuflado de manifestação cultural onde se celebram as drogas, o sexo e rituais de sacrificios. Esse mesmo grupo vê na globalização os valores satânicos pregados e propagados pela Nova Ordem Mundial.

Será?

Qual a sua opinião?

Leia mais em:

Halloween é Satanismo – Brasil País Cristão

Wikipédia – Dia das Bruxas

História do Halloween

Lenda de Jack Lanterna

Muito comum na comemoração do dia de Halloween (dia das bruxas), a abóbora esculpida e iluminada, conhecida como Jack O’Lantern, é um dos mais importantes símbolos dessa celebração de origem pagã.

jack lanterna halloween

As abóboras esculpidas e acessas com velas, chamadas de Jack O’ Lantern (Jack Lanterna), tem origem na lenda do folclore irlandes que conta que um homem chamado Jack, um alcoólatra, embriagou-se no dia 31 de outubro e o diabo apareceu para levar sua alma. Jack, não querendo acreditar no que estava acontecendo, pede ao diabo mais um copo de bebida e o diabo assim o concede. Astutamente, Jack pede ao diabo que se transforme em uma moeda e mais uma vez o diabo atende a seu pedido. Nesse momento, Jack pega a moeda e guarda dentro de sua carteira junto com uma cruz. O diabo em apuros pede a Jack que o liberte, mas Jack faz uma exigência, só libertaria o diabo se ele lhe concedesse mais um ano de vida. O diabo concordou com a proposta. Desse dia em diante, Jack mudou seus hábitos, passou a cuidar bem de sua família, praticar atos de caridades e a frequentar a igreja. Mas passado um ano, na noite de 31 de outubro o diabo apareceu novamente para Jack. Dessa vez a artimanha de Jack para enganar o diabo foi pedir a ele para pegar uma maçã no alto de uma árvore, quando o diabo subiu na árvore, Jack pegou seu canivete e riscou uma cruz no tronco. Mas uma vez em apuros, o diabo para se livrar da situação, prometeu sumir por dez anos, mas Jack não aceitou a proposta e ordenou ao diabo nunca mais aparecer. Sem alternativa, o diabo aceitou a proposta e sumiu. Por ironia do destino, Jack faleceu um ano mais tarde e quando foi entrar no céu foi impedido. Foi para o inferno e chegando lá o diabo, acostumado as malandragens e humilhações que Jack tinha feito com ele, negou seu acesso ao inferno, mas concedeu-lhe uma brasa na intenção de iluminar o caminho de Jack pelas trevas como uma alma penada. Jack põe a brasa dentro de um nabo, que ilumina seu caminho pelo limo à procura de um abrigo.

Na lenda Irlandesa, na noite do dia 31 de outubro, os mais atentos podem vê uma fraca luz, Jack com sua lanterna perambulando à procura de um lugar.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Maurits Escher

O ‘Mago da geometria’, Maurits Cornelis Escher foi um artista holandês que nasceu na cidade de Leeuwarden, 17 de junho de 1898. Estudou arquitetura e artes decorativas, mas dedicou-se ao desenho, a litografia e a xilogravura. Maurits Escher foi um artista gráfico famoso por construções de imagens impossíveis, ilusões de ótica, cuja a qualidade técnica sempre respeitava as regras da geometria e da perspectiva.

M.C.Escher

A partir da admiração pelos mosaícos dos palácios Árabes, Escher criou uma técnica que lhe permitia inserir em polígonos, figuras e formas, sem alterar a área original. Representar o espaço (tridimensional) em um plano (bidimensional), era para Escher, um desafio matemático que resultou em obras fantástica de ilusão de ótica.

Obras de Maurits C. Escher

escher another world

escher bond of union

escher concave and convex

escher circle limit IV 

escher encounter

escher gravity

escher Hand with globe

escher relativity

escher sky and water

escher three worlds

Maurits C. Escher morreu no ano de 1972; é considerado um grande matemático (geometria). Sua obra, ainda hoje, é uma referência usada em várias manifestações culturais, tais como, filmes, desenhos animados, vídeo clipes, games, puzzler, etc.

Tributo a M.C. Escher - YouTube

Para conhecer a Biografia do artista gráfico Escher, obras e demais informações, acesse o Website Oficial M. C. Escher

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Tintoretto – Jacopo Comim

Tintoretto (Jacopo Comim) – 1518-1594, pintor italiano do final do período renascentista, foi o maior representante do movimento artístico conhecido como ‘maneirismo’. Tintoretto também era conhecido por Jacopo Robusti (devido ao seu vigor em pintar). O nome Tintoretto era uma referência a profissão de seu pai, tintureiro.

Tintoretto foi um dos precursores do Barroco, pintou murais, quadros, afrescos em capelas e palácios. As obras de Tintoretto foram influenciadas por pintores romanos (cenas mitológicas) e pela pintura de Michelangelo; são obras grandiosas que podem ser avaliadas por suas cores, efeitos de luz e pela dramacidade das cenas.

“Paraíso” foi a última pintura de Tintoretto, considerada a maior pintura feita sobre uma tela, uma obra-prima.

Obras Importantes de Tintoretto

A Ascensão

Tintoretto The Ascension

A Criação dos Animais

tintoretto the creation of the animals

 

Massacre dos Inocentes

tintoretto massacre of the innocents

O Milagre do Escravo

tintoretto miracle of the slave

A Anunciação

tintoretto the Annunciation

Milagre

tintoretto miracle

Paraíso

tintoretto paraiso

Conheça outras obras importantes de Tintoretto, acessando Art.Com Gallery Jacopo Robusti Tintoretto posters

sábado, 5 de setembro de 2009

Clarice Cliff – Designer de Cerâmica

Clarice Cliff foi uma das mais influentes artistas, designer e decoradora de cerâmica, do século XX. Clarice Cliff nasceu no dia 20 de janeiro de 1899, em Tunstall, Stoken-on-Trend, Inglaterra.

Clarice Cliff

Aos 13 anos de idade começou a trabalhar em uma fábrica de cerâmica como aprendiz. C. Cliff estudou pintura a mão, artes e escultura. De modeladora a designer, Cliff logo imprimiu sua personalidade, nos anos 30 viveu o auge de sua carreira, um talento popular na Europa e nos Estados Unidos, quando o estilo moderno da Art Deco vivia seu apogeu.

clarice cliff art of bizarre

Clarice Cliff criou linhas próprias de design, entre as mais famosas destaca-se a linha “Bizarre Ware” (1928/1936), um sucesso que entrou em declínio com o advento da Segunda Guerra Mundial, quando o gosto pelo estilo Art Deco foi deixado de lado. Criou também outras linhas de design famosas como, “Age of Jazz” (formas figurativas e abstratas), “Honolulu”, “Crocus padrão”, entre outras.

Design de cerâmica - “Age of Jazz”

clarice cliff Age of Jazz

Clarice Cliff morreu em 1972 e suas obras são muito procuradas por colecionadores e bastante valorizadas no mercado das artes, apesar das muitas críticas devido as cores fortes e figuras berrantes.

Cerâmicas de Clarice Cliff

clarice cliff honolulu

clarice cliff grotesque_masks

clarice cliff ceramica 4

clarice cliff ceramica 5

clarice cliff ceramicas 1

clarice cliff red autumn ceramica

clarice cliff vases

clarice cliff trees and house ceramica

clarice cliff sifters ceramica

clarice cliff my garden ceramica

Veja mais em, Clarice Cliff Collectors Club Picture Gallery