terça-feira, 24 de março de 2009

Mangá da Obra de Monteiro Lobato

Ano passado para lembrar os 60 anos de morte de Monteiro Lobato e em homenagem ao Centenário da Imigração Japonesa, foi criada uma versão mangá da obra de maior sucesso de Monteiro Lobato, O Sítio do Picapau Amarelo.
Uma exposição na biblioteca do Banco Santander Cultural São Paulo, em novembro de 2008, convidou a escola Mangá Studio Japan Sunset para fazer uma releitura dos personagens da história de Monteiro Lobato. As imagens foram desenhadas pela equipe do professor Fábio Shin à mão e com acabamento digital. Veja como ficou esse trabalho.

Versão Mangá dos personagens do Sítio do Picapau amarelo















O mangá, uma grande febre japonesa, cada vez mais conquista fãs no Brasil, mas há ainda, muitos que resistem e criticam essa arte.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Toda a Turma do Sítio do Picapau Amarelo

Os principais personagens da Turma do Sítio do Picapau Amarelo, grande clássico da literatura brasileira escrito por Monteiro Lobato, São: Dona Benta, Pedrinho e Narizinho, Emília, Tia Nastácia, Visconde de Sabugosa, Tio Barnabé, cuca, Saci, lobisomem, Mula sem Cabeça, Boitatá, Anjinho, Besouro, Doutor Caramujo, Rabicó, Quindim, Curupira, Conselheiro e o Príncipe Escamado.
Além desses personagens principais, muitos outros personagens de histórias conhecidas, como: Peter Pan, Dom quixote, Minotauros e outros personagens da mitologia grega se misturam com lendas e mitos brasileiros, proporcionando aventuras magníficas que enriquecem culturalmente a todos.



Todos esses personagens fazem parte do 'mundo do faz de conta' da coleção de livros do Sítio do Picapau Amarelo, obra literária de Monteiro Lobato, o pioneiro da literatura infanto-juvenil no Brasil.

Imagens dos principais personagens do Sítio do Picapau Amarelo

Dona Benta



Dona Benta Encerrabodes de Oliveira, nome da vó de Pedrinho e Narizinho, dona do Sítio do Picapau Amarelo. Dona Benta é uma expert em geografia, adora contar história para seus netos, que com muita atenção e imaginação ouvem maravilhados.

Narizinho



Narizinho é o apelido carinhoso de Lúcia, neta de Dona Benta. O motivo do apelido foi seu nariz arrebitado. Narizinho ao contrário de Pedrinho, seu primo, morava com Dona Benta no sítio. Já Pedrinho só aparecia no sítio nas férias, dia que Emília contava nos dedos para que chegasse logo, pois a presença de Pedrinho é sinônimo de muitas aventuras.

Pedrinho



Pedrinho é o Neto querido de Dona Benta e o primo querido de Narizinho. Menino educado na cidade tem um grande coração. Destemido, Pedrinho adora passar as férias no sítio, onde vive grandes aventuras na terra do faz de conta, embaladas pelas histórias contadas por Dona Benta, que são sempre regadas com os quitutes de Tia Nastácia.

Tia Nastácia



Trabalha no sítio da Dona Benta e ajuda a criar Pedrinho e Narizinho, foi também a criadora da irreverente e tagarela boneca Emília. Tia Nastácia é uma espécie de faz de tudo, quituteira de mão cheia, seus bolinhos e rosquinhas de polvilhos são delícias saboreadas pela família e amigos. Além de cuidar dos afazeres domésticos, também é uma excelente contadora de 'causos'.

Emília



Emília a boneca de pano, traquina e irreverente, criada por Tia Anastácia,tem os olhos de retróis preto e sombrancelhas levantadas. Foi Doutor Caramujo que inventou a pílula da fala fazendo com que a boneca virasse uma matraca. Metida a filósofa, Emília acredita que "A verdade é uma espécie de mentira bem pregada das que ninguém desconfia".

Tio Barnabé



Tio Barnabé é um caboclo da roça que mora em uma das propriedades do sítio e ajuda Dona Benta cuidando das mais variadas tarefas. Tio Barnabé tem uma grande afeição por Pedrinho, adora um cachimbo e é um sábio no que diz respeito aos segredos da floresta, do folclore e as superstições, tanto que foi ele quem ensinou Pedrinho a prender o Saci na garrafa.

Visconde de Sabugosa



Um boneco feito de sabugo de milho, com cartola na cabeça e um sinal de coroa na testa. O verdadeiro sábio do sítio que de tanto estudar, um dia, quase morreu empanturrado de álgebra. Seu passatempo é ensinar geografia e geologia para a turminha do sítio. Foi o Visconde que ajudou a descobrir petróleo nas terras do sítio.

Cuca



Cuca, uma bruxa velha com cara de jacaré e garras nos dedos. Cuca mora em uma caverna e adora fazer magias e encantos. Essa bruxa nunca dorme, ou melhor, dorme uma noite a cada sete anos e quando fica brava, urra de raiva e seus gritos são ouvidos a distância.

Saci



Saci é um negrinho de uma perna só, muito peralta que apronta todas as travessuras
possíveis no sítio, desde assustar animais no pasto, até assombrar Tia Nastácia.
Um dia Pedrinho, orientado por um caboclo, aprendeu que com uma peneira e uma garrafa consegueria prender o Saci, e assim o fez. Com o passar do tempo Pedrinho ficou amigo do Saci, que lhe ensina muitos segredos da floresta, e o solta. Grandes aventuras são vividas no sítio por conta dessa amizade.

Lobisomem



Lobsomem é um homem que se tranforma em lobo, normalmente em dia de lua cheia. Segundo a lenda, a mulher que tem sete filhos machos, o sétimo vira lobisomem. Esse ser gosta de comer titica de galinha, cachorros e crianças. Diz a lenda que, se alguém corta-lhe uma perna, ele vira homem, porém, perneta.

Mula Sem Cabeça



A Mula sem Cabeça é um duende sinistro, figura lendária que assusta os arredores do sítio e quando aparece solta fogo pela boca.

Boitatá



O Boitatá é outra figura do folclore brasileiro, um ser medonho, que povoa o Sítio de Dona Benta, segundo a imaginação das crianças. Na língua dos Índios, boitatá significa cobra grande de grandes olhos de fogo, ela só enxerga a noite quando sai da toca para passear na mata e se alimentar de carniça de animais mortos.

Curupira



Anjinho



O anjinho, após quebrar sua asa, aparece no Sítio e desde de então ficou sob os cuidados dos moradores e acabou ficando por lá. Esse anjinho foi motivo de muita confusão, pois todos querem ver de perto o fenomenal anjo que passou habitar o Sítio do Picapau Amarelo.

Besouro



O Besouro, um personagem inventado pela criançada é um ser cascudo e inteligente, especialista em cavar buraco, um doutor no que se refere a terra.

Doutor Caramujo



Doutor Caramujo é um Caracol sábio, entende tudo sobre doenças e sua cura. Criador das famosas pílulas milagrosas, é sempre requisitado para solucionar e curar doentes na terra do faz de conta. Foi esse gênio da ciência que com suas pílulas milagrosas deu fala à Boneca Emília. Doutor Caramujo é requisitado para curar bichos, gente pobre e até mesmo seres do Reino Encantado, como foi o caso do Príncipe Escamado.

Rabicó



O Porquinho Rabicó, criado no sítio desde de pequeno, foi salvo pelo amor de narizinho que impediu que o comilão porquinho fosse para o forno. Mais tarde esse porquinho vira Marquês e passa a participar das aventuras da turma.

Príncipe Escamado



O Príncipe Escamado, personagem do mundo mítico do Reino das Águas Claras.
Aparece nas histórias, normalmente em carruagem puxada por Cavalos Marinhos e acompanhado de um exército de peixes espadas. Foi noivo de Narizinho e por isso toda a turma do sítio pode conhecer o fundo do mar.

Quindim



Quindim é um rinoceronte craque na gramática. Ele pertencia a um Circo de cavalinhos do Rio de Janeiro e sem muita explicação apareceu no sítio de Dona Benta, onde Emília o descobriu na mata. Depois de muito tempo assustando as pessoas e sob a proteção da boneca traquina, Quindim logo se amansou e se enturmou com a turma do sítio.

Conselheiro (Burro Falante)



O Conselheiro é um burro falante, educado e culto, trazido do 'país das fábulas' pelas crianças do Sítio. Seu nome foi dado por Emília e ele é muito querido por todos do Sítio.

Os livros infantis de Lobato foram transformados em séries de televisão chamada "Sítio do Picapau Amarelo", onde a GLOBO mistura histórias originais de Monteiro lobato com textos inspirados em temas atuais. Veja alguns momentos desse clássico brasileiro de M. Lobato, vividos na TV.

Cenas do Sítio na TV













Veja todos os personagens da turma Sítio do Picapau Amarelo, globo.com


Fonte das imagens (desenho) dos personagens, GP desenhos Sítio do Picapau Amarelo

domingo, 22 de março de 2009

História de Dafne e Apolo

Dafne, uma ninfa, foi o primeiro amor de Apolo, deus da luz e filho de Zeus. A lenda de Dafne e Apolo é uma história de amor e repulsa que não surgiu por acaso, mas pela malícia de Cupido. Apolo viu o menino brincando com seu arco e suas flechas e, estando ele próprio muito envaidecido com sua recente vitória sobre Piton, disse-lhe:

- Que tens a fazer com armas mortíferas, menino insolente?

Deixe-as para as mãos de quem delas sejam dignos. Vê a vitória que com elas alcancei, contra a grande serpente que estendia o corpo venenoso por vasta extensão da planície! Contenta-te com tua tocha, criança, e atiças tua chama, como costumas dizer, mas não te atrevas a intrometer-te com minhas armas.



O filho de Vênus ouviu essas palavras e respondeu:

-Tuas flechas podem ferir todas as outras coisas, Apolo, mas as minhas podem ferir-te.

Assim dizendo, pôs-se de pé numa rocha do Parnaso e tirou da Aljava duas flechas diferentes, uma feita para atrair o amor, outra, para afastá-lo. A primeira era de ouro e tinha a ponta aguçada, a segunda, de ponta rombuda, era de chumbo. Com a flecha de ponta de chumbo, feriu a ninfa Dafne, filha do deus peneu, e com a de ouro feriu Apolo no coração.

Sem demora, o deus foi tomado de amor pela ninfa e esta sentiu horror a ideia de amar. Seu prazer consistia nas caminhadas pelos bosques e na caça. Muitos amantes a buscavam, mas ela recusava a todos, passeando pelos bosques, sem pensar em Cupido nem em Himeneu.

Seu pai muitas vezes lhe dizia: "Filha, deves dar-me um genro, dar-me netos." Temendo o casamento como a um crime, com as belas faces coradas, ela se abraçou ao pai, implorando: "Concede esta graça, pai querido! Faze com que eu não me casa jamais!" A contragosto, ele consentiu, observando, ao mesmo tempo, porém:

- O teu próprio rosto é contrário a este voto.

Apolo amou-a e lutou para obtê-la; ele, que era oráculo de todo o mundo, não foi bastante sábio para prever o seu próprio destino. Vendo os cabelos caírem desordenados pelos ombros da ninfa, imaginou: "Se são tão belos em desalinho, como deverão ser quando penteados?" Viu seus olhos brilharem como estrelas; viu seus lábios, e não se deu por satisfeito só em vê-los. Admirou suas mãos e os braços, nus até os ombros, e tudo que estava escondido da vista imaginou mais belo ainda. Seguiu-a; ela fugiu, mais rápida que o vento, e não se retardou um momento ante suas súplicas.

- Para, Filha de Peneu! -ele exclamou. Não sou inimigo. Não fujas de mim, como a ovelha foge do lobo, ou a pomba do milhafre. É por amor que te persigo. Morro de medo que, por minha culpa, caias e te machuques nestas pedras. Não corras tão depressa, peço-te, e correrei também mais devagar. Não sou homem rude, um campônio boçal. Júpiter é meu pai, sou senho de Delfos e Tenedos e conheço todas as coisas, presentes e futuras. Sou deus do canto e da lira. Minhas flechas voam certeiras para o alvo. Mas, ah!, uma flecha mais fatal que as minhas atravessou-me o coração! sou o deus da medicina e conheço a virtude de todas as plantas medicinais. Ah! sofro de uma enfermidade que bálsamo algum pode curar!

A Obsessão de Apolo



A ninfa continuou sua fuga, nem ouvindo de todo a súplica do deus. E, mesmo ao fugir, ela o encantava. O vento agitava-lhe as vestes e os cabelos desarrumados lhe caíam pelas costas. O deus sentiu-se impaciente ao ver desprezados os seus rogos e, excitado por Cupido, diminui a distância que o separava da jovem. Era como um cão perseguindo um lebre, com a boca aberta, pronto para apanhá-la, enquanto o débil animal avançava, escapando no último momento. Assim coavam o deus e a virgem: ela com asas do medo; ele com as do amor. O perseguidor é mais rápido , porém, e adianta-se na carreira: sua respiração ofegante, já atinge os cabelos da ninfa.




As forças de Dafne começam a fraquejar e, prestes a cair, ela invoca seu pai, o rio-deus:

-Ajuda-me, Peneu! Abre a terra para envolver-me, ou muda minhas formas, que me têm sido tão fatais!



Mal pronunciara estas palavras, um torpor lhe ganha todos os membros; seu peito começou a revestir-se de uma leve casca; seus cabelos transformaram-se em folhas; seus braços mudam-se em galhos; os pés cravam-se no chão, como raízes; seu rosto tornou-se o alto do arbusto, nada conservando do que fora, a não ser a beleza. Apolo abraçou-se aos ramos da árvore e beijou ardentemente a madeira. Os ramos afastaram-se de seus lábios.

-Já que não podes ser minha esposa - exclamou o deus - serás a minha planta preferida. Usarei tuas folhas como coroa; com elas enfeitarei minha lira e minha aljava; e quando os grandes conquistadores romanos caminharem para o Capitólio, à frente dos cortejos triunfais, serás usada como coroa para suas frontes. E, tão eternamente jovem quanto eu próprio, também hás de ser sempre verde e tuas folhas não envelhecerão.



Apolo e Dafne é uma das esculturas mais famosas de Gian Lorenzo Bernini (1598-1680), grande escultor do barroco italiano.

Fonte: Artes Dafne

sábado, 21 de março de 2009

Esculturas - As mais Famosas

A escultura é considerada uma das mais bela das artes, a quarta das artes plásticas. Uma arte que cria imagens plásticas em relevo total ou parcial. Na criação das mais famosas esculturas normalmente são usados materiais como: bronze, mármore, argila (terracota), cera ou madeira.
Essa é uma seleção das mais belas e mais famosas esculturas de todos os tempos, mas como a arte é subjetiva pode ser que você considere outras que não estejam nessa seleção.

Pietá, de Michelangelo



Pietá (1499) é uma das mais famosas esculturas feitas pelo artista Michelangelo - Ícone da Renascença Italiana. Representa o corpo de cristo morto nos braços da Virgem Maria. Não existe um consenso sobre a obra prima de Michelangelo, uns dizem ser Pietá a mais bela obra, outros julgam ser David, sua melhor escultura.


O Êxtase de Santa Teresa, de Gian Lorenzo Bernini



O Êxtase de Santa Teresa é uma escultura de Gian Lorenzo Bernini, um dos maiores escultores do séc. XVII, realizada para a capela do cardeal Federico Cornaro, em estílo Barroco, representa a experiência mística de Santa Teresa de Ávila trespassada por uma seta de amor divino por um anjo. A estátua se encontra na Igreja de Santa Maria Della Vittoria, Roma.


David, de Michelangelo



David ou Davi, é mais uma das obras primas de Michelangelo. A escultura retrata o herói bíblico e seu realismo anatômico impressiona. David é considerada por muitos a obra mais importante de Michelangelo, medindo 5,17 m, é hoje considerada o símbolo máximo da República de Florença. A obra pode ser visitada na Galleria dell'Accademia em Florença.


A Vênus de Milo





A Vênus de milo representa a deusa grega Afrodite, deusa do amor sexual e da beleza física. É considerada uma das mais famosa estátua grega, feita em mármore com 203 cm de altura. Quanto sua autoria, supõem-se que seja de Alexandros de Antióquia. A Vênus de Milo foi encontrada na ilha de Milo, no mar Egeu. A estátua encontra-se no Louvre, Paris.


Grupo de Laocoonte



O Grupo de Laocoonte é uma escultura em mármore, conhecida também como 'Laocoonte e seu filhos'. A escultura representa Laocconte (sacerdote de Apolo) e seus dois filhos, Antiphantes e Thymbraeus, sendo estrangulados por duas serpentes marinhas, em referência a um episódio dramático da Guerra de Tróia relatado na Ilíada de Homero. A autoria dessa escultura é atribuida por Plinio a Agesandro, Atenodoro e Polidoro, três escultores da ilha Rodes.


O Beijo, de Rodin



O Beijo é uma escultura do artista realista Auguste Rodin, feita em mármore e que representa os delírios amorosos vividos por Rodin e sua assistente, Camille Claudel.

Os Doze Profetas, de Aleijadinho



Foto: Da esquerda para direita: Amós, Abdias, jonas, Baruc, Isias, Daniel, Jeremias, Oséias, Ezequiel, Joel, Habuc e Naum.
Os doze Profetas de aleijadinho são esculturas em pedra sabão realizadas entre 1795 a 1805 pelo escultor Antônio Francisco Lisboa, conhecido como Aleijadinho. As doze esculturas ficam no Adro do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, Congonhas do Campo.

Moisés, de Michelangelo



Moisés é outra grande obra prima de Michelangelo. A escultura encontra-se na entrada da Igreja de San Pietro in Vincoli, Roma.


O Pensador, de Rodin



O pensador, em Francês, Le Penseur, é uma escultura em bronze feita por Rodin e que retrata um homem em meditação lutando com uma poderosa força interna.
Originalmente chamado de O Poeta, a peça era parte de uma comissão do Museu de Arte Decorativa em Paris para criar um portal monumental baseada na Divina Comédia, de Dante Alighieri. Cada uma das estátuas na peça representavam um dos personagens principais do poema épico. O Pensador originalmente procurava retratar Dante em frente dos Portões do Inferno, ponderando seu grande poema. A escultura está nua porque Rodin queria uma figura heróica à la Michelangelo para representar o pensamento assim como a poesia.
Rodin fez sua primeira versão por volta de 1880. A primeira estátua (O Pensador) em escala maior foi terminada em 1902, mas não foi apresentada ao público até 1904. Tornou-se propriedade da cidade de Paris graças a uma contribuição organizada pelos admiradores de Rodin e foi colocada em frente do Panteão em 1906. Em 1922, contudo, foi levada para o Hotel Biron, transformado no Museu Rodin. Mais de vinte cópias da escultura estão em museus em volta do mundo. Algumas destas cópias são versões ampliadas da obra original assim como as esculturas de diferentes proporções.

O Instituto Ricardo Brennand na cidade do Recife, Pernambuco, possui uma réplica autorizada da obra, exposta nos seus jardins.

Apolo e Dafne, de Bernini



Apolo e Dafne é uma das mais famosas esculturas de Gian Lorenzo Bernini, grande escultor do barroco italiano. Dafne foi o primeiro amor de Apolo. Essa escultura encontra-se na Galleria Borghese, Roma, Italia.

Augusto de Prima Porta



Augusto de Prima Porta é uma estátua de Augusto César que foi descoberta em 20 de abril de 1863 na Villa de Augusto, Prima Porta, Roma, foi talhada em mármore. Atualmente está a mostra no Braccio Nuovo no Museu do Vaticano.

Baco, de Michelangelo



Baco, uma estátua feita em mármore que mede 203 cm de altura, foi encomendada pelo banqueiro e colecionador Jacopo Galli para o seu jardim que queria uma escultura que representasse jovialidade e sensualidade. Baco segura na sua mão esquerda uma pele de leão e um cacho de uvas de onde se alimenta um fauno. A estátua de Baco encontra-se no Museu Nacional de Bargello em florença, Itália.

Estátua de Bronze de São Pedro, de Arnolfo di Cambio



A estátua de Bronze de São Pedro representa o apóstolo Pedro sentado em seu trono segurando as duas chaves do céu em sua mão esquerda, e a direita em gesto de bênção à antiga moda grega, os dois dedos estendidos em reconhecimento da natureza dual de Cristo, divina e humana, enquanto os outros três dedos se unem num sinal da Santíssima Trindade. É um ritual antigo em que todos os peregrinos homenageiam a estátua, tocando-a com sua mão ou beijando o pé que se adianta. A estátua em bronze de São Pedro que se encontra na Basílica de São Pedro em Roma se atribui geralmente ao escultor Arnolfo di Cambio.