quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Barack Obama - O Homem mais Poderoso do Mundo

No dia 5 de Novembro foi eleito o 44º Presidente dos Estados Unidos da América, o democrata Barack Obama venceu seu adversário John McCaim, se tornando assim o primeiro negro da história do pais a vencer uma eleição presidencial nos Estados Unidos.
Devido ao status de superpotência dos EUA, o Presidente estado-unidense
é freqüentemente chamado de o homem mais poderoso do mundo e o ocupante é uma das pessoas mais conhecidas do mundo.



Os Estados Unidos foram a primeira nação a criar o cargo de presidente o chefe de governo em uma república. Hoje o cargo é emulado em várias nações com um sistema presidencial de governo.

A lista de todos os 44 presidentes que receberam o título de "Homem mais poderoso do mundo"

George Washington (Primeiro Presidente dos EUA - Partido Independente) 1789-1797



John Adams 1797-1801 (partido federalista)

Thomas Jefferson 1801-1809 (democrata-Republicano)

James Madison 1809-1817 (Democrata-Republicano)

James Monroe 1817-1825 (Democrata-Republicano)

John Quincy Adams 1825-1829 (Democrata-Republicano)

Andrew Jackson 1829-1837 (Democrata)

Martin Van Buren 1837-1841 (Democrata)

William Henry Harrison 1841 (Whig)

John Tyler 1841-1845 (Whig)

James Knox Polk 1845-1849 (Democrata)

Zachary Taylor 1849-1850 (Whig)

Millard Fillmore 1850-1853 (Whig)

Franklin Pierce 1853-1857 (Democrata)

James Buchanam 1857-1861 (Democrata)

Abraham Lincoln 1861-1865 Guerra de Secessão (Republicano)

Andrew Johnson 1865- 1869 (Republicano)

Ulysses simpson Grant 1869-1877 (Republicano)

Rutherford Birchard Hayes 1877-1881 (Republicano)

James Abram Garfield 1881 (Republicano)

Chester Alan arthur 1881-1885 (Republicano)

Stephen Grover Cleveland 1885-1889 (Democrata)

Benjamim Harrison 1889-1893 (Republicano)

Stephen Grover Cleveland 1893-1897 (Democrata)

William Mckinley 1897-1901 (Republicano)

Theodore Roosevelt 1901-1909 (Republicano)

Willian Howard Taft 1909-1913 (Republicano)

Thomas Woodrow Wilson 1913-1921 (Democrata)- Primeira Guerra Mundial

Warren Gamaliel Harding 1921-1923 (Republicano)

John Calvin Coolidge, Jr. 1923-1929 (Republicano)

Herbert Clark Hoover 1929-1933 (Republicano)

Franklin Delano Roosevelt 1933-1945 (Democrata)

Harry S Truman 1945-1953 (Democrata)

Dwight David Eisenhower 1953-1961 (Republicano)

John Fitzgerald Kennedy 1961-1963 (Democrata)

Lyndon Baines Johnson 1963-1969 (Democrata)

Richard Milhous Nixon 1969-1974 (Republicano)

Gerald Rudolph Ford, Jr. 1974-1977 (Republicano)

James Earl 'Jimmy' Carter, Jr. 1977-1981 (Democrata)

Ronald Wilson Reagan 1981-1989 (Republicano)

George Herbert Walker Bush 1989-1993 (Republicano)

William Jefferson Clinton 1993-2001 (Democrata)

George Walker Bush 2001-2009

Barack Hussein Obama Jr.

Frases marcantes do discurso de Barack Obama

"Demorou muito tempo, mas, nesta noite, a mudança chegou aos Estados Unidos".

"Nós sabemos que os desafios que o amanhã vai nos trazer são enormes: duas guerras, um planeta em perigo, a pior crise econômica em quase um século. O caminho vai ser longo e não atingiremos nossos objetivos em um ano, nem mesmo em um mandato. Mas eu nunca estive mais esperançoso de que estou esta noite. Eu prometo a vocês, nós, como povo, chegaremos lá".

Foto google Imagem
Fonte de pesquisa Wikipédia

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Proclamação da República - Exílio e Símbolos



O ato da Proclamação da República aconteceu no dia 15 de novembro de 1889 na praça da Aclamação (hoje Praça da República) na cidade do Rio de Janeiro, na época capital do Império do Brasil. Foi um Golpe de estado liderado pelo Comandante Marechal Deodoro da Fonseca, que depôs o Imperador D. Pedro II.



A Proclamação da República foi a ruptura com a Monarquia, que não contou com a participação popular, mas que era um anseio da classe média dos grandes centros urbanos que desejavam maior liberdade e participação nos assuntos políticos do país. Outro dado que leva a acreditar que a população desejava a ruptura com a monarquia, deve-se ao fato do Imperador D. Pedro II não possuir filhos, nesse caso após sua morte quem ocuparia o trono seria sua filha mais velha princesa Isabel casada com o francês Gastão de Orléans, famoso "Conde d'eu", para a população isso era um indício de que o país pudesse ser governado por um estrangeiro.



Um forte apoio à República veio dos grandes proprietários rurais que não concordaram com as questões abolicionista e se sentiram lesados ao serem obrigados a alforriarem seus escravos - lei Áurea - 1888
Sob o ponto de vista econômico, o Brasil imperial encontrava-se numa crise econômica agravada pelas despesas geradas pela Guerra da Tríplice Aliança, que foi coberta por capitais externos e que causou uma grande inflação.
A questão militar pode ser melhor entendida sob a ótica das proíbições e
desprestigios por parte da Monarquia em relação ao Exército brasileiro.
Os oficiais do exércitos eram proíbidos de manifestarem-se na imprensa, isso só poderia ser feito com a prévia autorização do Ministro da Guerra. A ordem do imperador estava acima das ordens dos generais que também não possuiam autonomia sobre a defesa do território. Os militares da época não eram valorizados profissionalmente, eram mal remunerados e muitas vezes precisavam ter outros empregos para poderem arcar com suas despesas.
Segundo os históriadores, a Guerra do Paraguai, evidenciou aos militares o desprezo do império em relação aos militares que se sacrificaram por seu regime.



A legitimidade e legitimação da república

"Na reunião na casa de Deodoro, na noite de 15 de novembro de 1889, foi decidido que se faria um referendo popular, para que o povo legitimasse, por meio do voto, a república. Porém esse plebiscito só ocorreu 104 anos depois, dentro da constituição vigente, no dia 21 de abril de 1993; o seu resultado foi inequívoco: a república foi aprovada pela grande maioria da população, com 86% dos votos válidos."


Símbolos da república

1- As Armas Nacionais



2- A Bandeira Nacional



3- O Selo Nacional



4- O Hino Nacional

Letra: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manuel da silva

I

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!


II

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.

Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!



"O sistema monárquico do governo já não tinha apoio da Igreja, nem dos militares, das lideranças civis e nem dos antigos senhores de escravos. Por essa razão, a Proclamação da República foi pacífica, sem guerra nem derramamento de sangue. Movimentos sociais e revoltas já indicavam a falência do regime monárquico. A Inconfidência Mineira (1789), a Conjuração Baiana (1798) e a Revolução Pernambucana (1817) já carregavam o gérmen do sistema republicano de governo, impulsionados pelos ideais da Revolução Francesa. Pouco depois da Proclamação da República, no dia 24 de fevereiro de 1891, foi promulgada a primeira Constituição Republicana. No mesmo ano, sofrendo oposição do Congresso, Deodoro da Fonseca renunciou e o vice-presidente, Marechal Floriano Peixoto, assumiu a presidência. O forte e centralizado presidencialismo, que tornava difícil a aplicação do princípio federativo, fez com que algumas oligarquias rurais de São Paulo e Minas Gerais se destacassem, o que deu início à conhecida política do “café com leite”. Os estados de São Paulo e Minas Gerais passaram a alternar a presidência do Brasil até 1930. O Marechal Deodoro da Fonseca nasceu em 1827, em Alagoas e lutou nas guerras do Prata e do Paraguai. Em 1884 conquistou o posto de marechal e, no ano seguinte, foi nomeado comandante de armas do Rio Grande do Sul. Ele foi para o Rio de Janeiro, sede da monarquia, em 1886 e assumiu a facção do Exército favorável à libertação dos escravos."


Dom Pedro 2º rumo ao exílio - Fonte Uol


No dia seguinte, no Paço da Cidade, dom Pedro 2º foi notificado de que a monarquia já não era a forma de governo em vigor no Brasil. Como Ouro Preto, o imperador também estava deposto e intimado a deixar o país em 24 horas. O governo provisório tinha providenciado um navio para transportá-lo para o exílio, em Portugal. Dom Pedro 2º não se opôs, declarando aceitar a vontade da opinião pública nacional.

O navio partiu na madrugada de 17 de novembro. O horário foi escolhido para evitar manifestações populares favoráveis ao imperador. Um forte esquema de segurança foi montado na cidade para acompanhar a família imperial a bordo. Embora fosse improvável que o povo se levantasse para defender dom Pedro 2º, a República preferia não arriscar. Na verdade, o povo estava à margem dos acontecimentos, mas isso não impedia que manifestasse sua opinião, como nos versinhos abaixo, que circularam no Rio de Janeiro pouco depois do embarque do ex-soberano:

"Partiu dom Pedro Segundo
Para o reino de Lisboa.
Acabou a monarquia
E o Brasil ficou à toa."

A avaliação que o escritor Lima Barreto fez do episódio também merece ser transcrita:

"Uma rematada tolice que foi a tal república. No fundo, o que se deu em 15 de novembro foi a queda do Partido Liberal e a subida do Conservador, sobretudo da parte mais retrógrada dele, os escravocratas de quatro costados".

Cinema - Contos, Poemas e Crônicas Participe Escrevendo Textos

O cotidiano quadro a quadro - Continuum Itaú Cultural


Pode ser ficção ou documentário, não importa. Os filmes que chegam às telas de cinema têm como matéria-prima os sentimentos humanos. Nesta edição, a Continuum aborda o caminho inverso: a influência que o cinema exerce sobre a vida dos espectadores e daqueles que trabalham com a sétima arte, seja produzindo-a, seja analisando-a.

Daniela Thomas, a entrevistada do mês, conta como o cinema está em tudo o que faz e comenta sobre seu último filme, Linha de Passe, dirigido em parceria com Walter Salles. O crítico Luiz Carlos Merten e os cineastas Heitor Dhalia e Carlos Reichenbach estão entre os profissionais que respondem à pergunta "Qual filme mudou sua vida?", em enquete que você encontra na versão eletrônica da revista. Nas reportagens, desvendamos o paradeiro de Estamira, personagem do documentário de Marcos Prado, e o de Monga, monstro que continua assustando visitantes de parques de diversão.

Envie sugestões, reclamações e elogios para continuum@itaucultural.org.br. Você também pode participar escrevendo textos (contos, poemas, crônicas, artigos etc.) sobre o tema. Veja como.

imagem: Cia de Foto

terça-feira, 4 de novembro de 2008

China - Economia, Arte e Cultura

China, capital Pequim, é o país que mais atraí as pessoas e "mercados", que buscam informações a respeito de seus aspectos culturais muito rico ou relações comerciais.
A China é a economia que mais cresce no mundo, logo atrás aparece a Índia.
Possui um imenso território, o terceiro maior do mundo em área.
A República popular da China é governada pelo Partido comunista Chinês que governa por meio de um sistema de partido único.



Devido ao crescimento relâmpago de sua economia, a china é considerada como uma superpotência emergente, seu crescimento é orientado à exportação, desde que adotou a economia mista de mercado.
As reformas adotadas nos últimos anos, tiraram cerca de 400 milhões de pessoas da linha da pobreza, mas o país enfrenta sérios problemas devido ao envelhecimento de sua população e as disparidades entre a renda urbana e a rural.
O PIB da china, não dá uma clara visão de que na China a maioria de sua população vive ainda em condições de miséria. O que eleva a renda per capita do país é a renda da população dos grandes centros urbanos, onde vive a minoria da população do país e a qualidade de vida é muito boa.
O país também enfrenta problemas ambientais sérios: poluição da água, do ar e industrial, considerado um dos maiores emissores de carbono do mundo, contribuindo assim para o aquecimento global.
A China é um dos países menos livre em termos de liberdade de expressão, sua constituição possui direitos e garantias individuais, mas mesmo assim a censura à manisfestação de opiniões, prisões sem julgamento, torturas, são violações dos direitos humanos muito comum no país.
O grande interesse que os países tem na China, deve-se ao fato de que a China é o terceiro maior importador e o segundo maior exportador do mundo.
O país é o maior consumidor mundial de aço e concreto e o segundo maior importador de petróleo.

A Cultura Chinesa



A cultura da china mescla tradicão com a modernidade.
A Arte Chinesa foi uma fonte de inspiração para todo o oriente e até mesmo para europa que introduziu técnicas chinesas de tecelagem e cerâmica.
A caligrafia é uma arte nobre que tem íntima relação com a pintura, pois os pintores em sua maioria, não utilizam telas nem madeira nem tinta a óleo, e sim, sêda ou papel com aquarela.
A porcelana foi fabricada pela primeira vez na China, uma arte milenar muito apreciada pelo seu povo.
A arquitetura é outra distinção cultural da China.



Para os chineses, comer, além de ser uma atividade social, ela representa o alicerce de sua cultura. Para um chinês, comer é um prazer divino, eles sentem fascinação por comida. Essa obsessão é tanta que ao invés deles se cumprimentarem dizendo, "como vai?", eles dizem "Já comeu?



A culinária chinesa é rica em carboídratos, Arroz e o talharim, são os pratos principais. Para os chineses é muito selvagem ter uma faca na mesa, por isso os alimentos são preparados e servidos em pedaços pequenos. Usa-se o hashis, pauzinhos que servem para levar o alimento à boca, e as colheres normalmente são de cerâmica.



Por ser um país de extensa área e muitos estilo regionais a cultura alimentar é variada, mas o chá é uma bebida popular, sendo considerada uma das sete necessidades diárias, as outras são: arroz, óleo, sal, molho de soja, vinagre e a lenha.



Os pratos variam: carneiros, pato, caranguejo, cachorro, cabeça de peixe, pé de porco, intestino de frango, nadadeira de pato, lesma marinha, testículo de boi, escorpião, broto de bambu, raízes de lótus, algas marinhas, cogumelos ou musgos. Os chineses comem todos os animais que tenham quatro patas, com excessão do Urso (proibido).





Carne de Cachorro



Artes Marciais - Existe uma grande variedade de estilos de artes marciais provinientes da china. Os estilos são geralmente rápidos e explosivos, com foco na força física e agilidade.



Principais Pontos turísticos da China

Os Guerreiros de Terracota



A Grande Muralha da China



Xangai



Hong Kong



Dafo, o Grande Buda, tem 71 metros ­de altura (patrimônio da Unesco).



(veja mais fotos, acessando o link acima - Principais pontos turísticos da china)

As raízes da filosofia (e perspectiva religiosa) chinesa estão no Confucionismo, Taoísmo e Budismo

"Não sei se Marx aprova tudo o que estamos fazendo aqui. Mas vou encontrar-me com ele no céu e conversaremos a respeito."

Deng Xiaoping, líder comunista, responsável pelo processo de abertura econômica da China, em 1986