sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Leonardo Boff , Olhos Para o Pai e o Filho


Leonardo Boff é pseudônimo de Genézio Darci Boff, nasceu em concórdia, 14 de dezembro de 1938. Teólogo e ex-frade Leonardo Boff é professor de ética, filosofia da religião e ecologia. É o consolidador da Teoria da libertação no Brasil.
Seus Questionamentos a respeito da hierarquia da igreja, expresso no livro "Igreja, Carisma e Poder", foi o motivo de seu desafeto com a Igreja Católica, que resultou no "silêncio Obsequioso"- 1985, de um ano e meio. Esse processo foi dirigido por Joseph Ratzinger, hoje Papa Bento XVI. Em 1992, certo de que seria punido, desligou-se da Ordem franciscana e do Sacerdócio, trocando as missas pelas pregações.
Sobre o papa Bento XVI, Leonardo Boff diz que não guarda mágoas sobre as perseguições, mas diz lamentar o fato da Igreja Católica ter escolhido o caminho da ortodoxia, e diz: “Com Bento XVI, a Igreja continua seu caminho para dentro de si mesma, sem a dimensão do diálogo que ela tinha com Paulo VI e João XXIII, sem conversar com as ideologias, com as culturas modernas, sem procurar uma verdade mais plena, que seja boa para toda a humanidade”.
Para Boff, Ratzinger representa o fundamentalismo Católico da Idade Média quando a salvação só poderia ser alcançada dentro dos templos católicos. “A Igreja voltou a ser portadora da verdade única, fora da qual não há saída. É uma tese medieval, que vê as outras religiões como ovelhas desgarradas que devem voltar ao seio do Vaticano.”
Leonardo, prega que o “O cristianismo precisa ser bom para a humanidade no presente, não só na vida eterna. Jesus não morreu como um velho rabino na cama, de velhice, mas na cruz, brigando com as forças políticas da época”.

"Hoje nos encontramos numa fase nova na humanidade. Todos estamos regressando à Casa Comum, à Terra: os povos, as sociedades, as culturas e as religiões. Todos trocamos experiências e valores. Todos nos enriquecemos e nos completamos mutuamente. (...)

(...) Vamos rir, chorar e aprender. Aprender especialmente como casar Céu e Terra, vale dizer, como combinar o cotidiano com o surpreendente, a imanência opaca dos dias com a transcendência radiosa do espírito, a vida na plena liberdade com a morte simbolizada como um unir-se com os ancestrais, a felicidade discreta nesse mundo com a grande promessa na eternidade. E, ao final, teremos descoberto mil razões para viver mais e melhor, todos juntos, como uma grande família, na mesma Aldeia Comum, generosa e bela, o planeta Terra."

Casamento entre o céu e a terra. Salamandra, Rio de Janeiro, 2001.pg09
Boff possui uma produção literária e teológica superior a 60 livros, entre eles o best-seller "A Águia e a Galinha".
Trabalha hoje como teólogo no campo da Ética, Ecologia e da Espiritualidade, além de assessorar movimentos sociais como o MST e as Comunidades Eclesiais de Base e também no campo do ecumenismo.
Mora em Petropólis (RJ), com a educadora popular Márcia Miranda, com quem é casado a 15 anos. Leonardo Boff atualmente viaja o Brasil dando palestras sobre os temas abordados em seus livros.


Artigos de Leonardo Boff:

Livro A Àguia e a Galinha -Uma metáfora da Condição humana

Affonso Romano - Antes que eles Cresçam


Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios filhos.
É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados.
Crescem sem pedir licença à vida.
Crescem com uma estridência alegre e, às vezes com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente.
Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maneira que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.


Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?
Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça...
Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes e cabelos longos, soltos.


Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com uniforme de sua geração.
Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias, e da ditadura das horas.
E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros.
Principalmente com os erros que esperamos que não se repitam.
Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos filhos.
Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas.


Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.
Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores.
Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueses e refrigerantes, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhos.
Sim havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim.
Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.
Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas "pestes".
Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito para que eles acertem nas escolhas em busca da felicidade.


E que a conquistem do modo mais completo possível.
O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos.
O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.
Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho.
Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.

Affonso Romano de Sant'Anna

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Educação - Artes Visuais e Numismática

Quadro "As Meninas" - (Diego Velázquez)

O Núcleo de Educação do Itaú Cultural oferece visitas orientadas à exposição Cinema Sim - Narrativas e Projeções, que explora a linguagem cinematográfica nas artes visuais. A mostra apresenta 18 obras de 11 artistas, nacionais e internacionais, até 21 de dezembro. Confira o hotsite.

Há também atendimento educativo no Itaú Numismática, museu que conta com acervo de cerca de 7 mil itens. E o público pode conferir de perto essa coleção por meio da manipulação de moedas, que acontece aos sábados e feriados. Clique aqui para mais informações.

Todas as atividades têm entrada franca.

Agendamentos e informações 11 2168 1876 segunda a sexta 10h às 18h


quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Turquia e a Cor de sua Realidade

Turquia, convidada de honra e tema da Feira do Livro de Frankfurt.
Slogan: "Turquia em todas as suas cores"


A Turquia é um país onde a democracia, de fato, mora longe. Há muitas restrições à liberdade de imprensa e seus jornalistas e escritores são perseguidos.
A minoria Curda sofre com sérios desrespeitos a sua cidadania, as crianças Curdas não podem estudar a sua lingua nas escolas turcas.
Atualmente cerca de 2,6 milhões de imigrantes Turcos vivem na alemanhã, causando sérios debates a respeito da integração desses imigrantes no contexto alemão.
O prêmio Nobel da Literatura em 2006, Orhan Pamuk, responde a processo por ter mencionado em uma entrevista o genocídio de Armênios por parte dos Turcos durante a Primeira Guerra mundial.
Pamuk, acha um absurdo que as lei da Turquia ainda permita esse tipo de acusação, que hoje mantém presos cerca de 20 escritores e jornalistas em suas prisões.
Com o Slogan "Turquia em todas as suas cores", o país que vem lutando desde de 2005 para se integrar como membro da União Européia, parece ver o tiro sair pela culatra.
Manifestantes de uma Ong Européia parodiando o Slogan da Turquia, espalhou pela cidade vários cartazes coloridos escrito: "Terra das cores e da proibição".
Parece que será uma longa caminhada até que a Turquia apresente ao mundo suas cores mais atraentes. O povo da turquia espera que o balanço desse debate seja positivo no que diz respeito aos direitos humanos de homens e mulheres que desejam liberdade de expressão e locomoção, direito de torcer e jogar futebol, ouvir música e humor.



Dados sobre a Turquia

A Turquia (Türkiye, em turco), cujo nome oficial é República da Turquia (Türkiye Cumhuriyeti), é um país eurasiático constituído por uma pequena parte europeia, a Trácia, e uma grande parte asiática, a Anatólia. Limita com oito países: Bulgária a noroeste, a Grécia a oeste, a Geórgia a nordeste, a Arménia, o Irão e o Nakichevan Azerbajano a leste, eo Iraque e a Síria a sudeste. É banhada pelo Mar Negro ao norte, pelo Egeu e o Mar de mármata a oeste e pelo Mediterrâneo ao sul. Sua Capital é Ancara. Leia mais sobre a história da Turquia

Turquia O Caminho das Civilizações

Fotos da Turquia - Galeria da Wikipédia


Basílica de Santa Sofia
Istambul

Ancara
Mausoléu de
Mustafa Kemal Atatürk
Fethiye
Muğla
Göreme
Nevşehir
Capadócia
castelo de algodão
Denizli
Konyaaltı
Antália

Antália
Teatro Aspendos
Hattusa
Portal do Leão

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Chico Buarque - Com Açúcar, Com Afeto

Francisco Buarque de Hollanda, nasceu no Rio de Janeiro, 19 de junho de 1944. Filho do historiador e jornalista, Sérgio Buarque de Hollanda e Maria Amélia Cesário Alvim. Viveu sua infância em São Paulo, juntamente com seus pais e suas duas irmãs: Miúcha e Cristina Buarque de Hollanda, quando em 1953 seu pai foi convidado à trabalhar em Roma e levou toda a família.
Chico Buarque, músico, dramaturgo e escritor, foi um crítico fervoroso da ditadura militar e teve forte participação no processo de democratização brasileira. Suas canções sempre tiveram a preocupação de denúnciar os aspectos sociais, econômicos e culturais, e seu estilo musical teve influência da bossa nova, do samba e da MPB.
A música "A Banda" apresentada no festival da música popular brasileira de 1966 foi a porta de entrada para o sucesso, segundo declarações pessoais essa foi a música com a qual ele mais ganhou dinheiro. "A Banda" ganhou o primeiro lugar no festival da canção, empatada com a música "Disparada" de Geraldo Vandré. Declarações em um livro de Homem de Mello, diz que a música vencedora desse festival, foi "A Banda", mas que Chico Buarque ao saber dos rumores de que ganharia o festival, foi até a comissão do festival e disse que quem merecia ganhar era a música "Disparada", e que se isso não ocorresse ele entregaria no palco o troféu a Geraldo Vandré. A comissão resolveu dar o prêmio de primeiro lugar as duas músicas.
Durante muito tempo Chico Buarque usou o pseudônimo de Julinho de Adelaide, uma forma de driblar a censura, principalmente no governo do Presidente da República Emilio Garrastazu Médici. A música "Apesar de Você" foi uma crítica a esse presidente, que segundo lendas, a filha, para desgosto do seu pai, era uma fã ardorosa de Chico Buarque.
A música "Cálice" muitas pessoas acham que é uma parceira de Chico Buarque com Milton Nascimento, mas não, essa é uma parceira de Chico com Gilbeto gil.



No auge da ditadura militar muitos cantores e intelectuais brasileiros tiveram que deixar o Brasil. Chico Buarque, então casado com a atriz Marieta Severo, parte para morar na Itália, onde nasce a primeira filha do casal.


Escreveu muitas letras de músicas com Tom Jobim,Vinicius de Moraes, Toquinho, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Francis Hime, Edu Lobo, Ivan Lins, entre outros.


Suas interpretes preferidas foram: Maria Bethânia, Elis Regina, Simone, Gal Costa, Nara Leão.
Foi o poeta que cantou e compôs a alma feminina com muita sensibilidade.


Chico Buarque escreveu várias peças de teatro, livros e crônicas.

Peças de Teatro escrita por Chico Buarque

Roda Viva
Calabar (O Elogio da Traíção) - Em parceria com Ruy Guerra
Gota D'Água - Parceria com Paulo Pontes (um projeto de Oduvaldo vianna Filho)
Ópera do Malandro
O grande circo místico

Livros escritos por Chico Buarque

Fazenda modelo
Chapeuzinho amarelo
A bordo do Rui Barbosa
Estorvo
Benjamim
Budapeste

Chico Buarque é torcedor do Fluminense, apaixonado por futebol e um habilidoso centroavante, dono de uma campo de futebol no Recreio dos Bandeirantes, onde tem por hobby jogar futebol com seus amigos e convidados (algumas celebridades).



Música Vai Passar
(Chico Buarque)

Vai Passar
Nessa avenida um samba popular
Cada paralelepípedo
Da velha cidade
Essa noite vai
Se arrepiar
Ao lembrar
Que aqui passaram sambas imortais
Que aqui sangraram pelos nossos pés
Que aqui sambaram nossos ancestrais

Num tempo
Página infeliz da nossa história
Passagem desbotada na memória
Das nossas novas gerações
Dormia
A nossa pátria mãe tão distraída
Sem perceber que era subtraída
Em tenebrosas transações
Seus filhos
Erravam cegos pelo continente
Levavam pedras feito penitentes
Erguendo estranhas catedrais
E um dia, afinal
Tinham direito a uma alegria fugaz
Uma ofegante epidemia
Que se chamava carnaval
O carnaval, o carnaval
(Vai passar)
Palmas pra ala dos barões famintos
O bloco dos napoleões retintos
E os pigmeus do bulevar
Meu Deus, vem olhar
Vem ver de perto uma cidade a cantar
A evolução da liberdade
Até o dia clarear

Ai, que vida boa, olerê
Ai, que vida boa, olará
O estandarte do sanatório geral vai passar
Ai, que vida boa, olerê
Ai, que vida boa, olará
O estandarte do sanatório geral
Vai passar

Site oficial Chico Buarque

28ª Bienal de São Paulo: A Polêmica do Vazio


A 28ª Bienal de São Paulo foi aberta domingo (26/10), no Ibirapuera e vai até dia 6 de dezembro. O tema desse ano é "O Vazio".
O andar térreo da bienal, foi transformado numa praça pública idealizada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, espaço onde o visitante poderá desfrutar de apresentações de música, dança, performances, cinema; A cultura como forma de convivio social.
O primeiro andar, funciona como um recepção onde o público poderá obter informações, além de poder desfrutar de um restaurante e uma livraria. Dois artistas estão nesse andar realizando seus projetos, como a obra “Talismã”, do norte-americano Paul Ramírez Jonas, o visitante poderá trocar a chave de sua casa pela chave que abre a porta do pavilhão da Bienal.
No segundo, para surpresa do visitante, o espaço é totalmente vazio. Essa proposta se refere ao conceito criado por Le Corbusier, em 1926, chamado Planta Livre, que permitirá que os visitantes observem os detalhes da arquitetura do edifício.
No terceiro andar acontecem as conferências, conversas e painéis, onde á proposta é levar o participante a uma reflexão sobre a história, o papel e o modelo da Bienal de São Paulo, nesse andar o público encontrará também uma biblioteca.
Todas as terças e domingos o auditório exibirá uma programação especial do Video Lounge.
Uma das atrações deste ano é um tobogã criado pelo belga Carsten Höller. O escorregador leva o visitante dos andares superiores para o térreo.


No primeiro dia da bienal, um grupo de aproximadamente 40 pichadores, invadiram a bienal e picharam as paredes do segundo andar com as frases: "Isso que é arte", "Abaixa a ditadura", "Fora Serra" (sic). Além dos nomes das gangues, como eles mesmos se denominam, "Susto", "4" e "Secretos".
A Bienal lamentou e repudiou o ato.

A entrada é franca, aberto (de terça a domingo, das 10h às 22h).
Pavilhão da Bienal, Parque do Ibirapuera, portão 3 - tel (11) 5576-7600
Conheça os artistas convidados para a 28ª Bienal se São Paulo

Fonte e Fotos
Terra
G1

sábado, 25 de outubro de 2008

Pilobolus - Cores e Sombras Chinesas

Pilobolus é uma Companhia Americana de Dança e Teatro criada em 1971.
Diretores Artísticos: Robby Barnett, Michael Tracy e Jonathan Wolken.


A palavra Pilobolus originalmente é o nome de um fungo que se transforma à luz do dia e que se desenvolve em excrementos de herbívoros.



Pilobolus Dance Theatre é atualmente a companhia de dança mais bem sucedida e aclamada internacionalmente.



Os espetáculos são marcados por performances extraordinárias de contorcionismos, acrobacias e danças, aliadas a técnica das sombras chinesas onde o resultado final é a criação de imagens, sejam elas, uma estátua, uma mesa, um animal, ou qualquer outra forma que é refletida em uma tela branca.



Esse grupo se apresentou na entrega do Oscar 2007 e surpreendeu a platéia com performances que resultou na sombra de pingüins, fazendo referência ao filme Happy Feet.



O impacto visual é uma das marcas registradas desse grupo, que com muita imaginação, disciplina e equilíbrio proporcionam um resultado fantástico e mágico.



Acesse o site Pilobolus Dance Theater e conheça mais sobre essa sensacional companhia de dança

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Charles Chaplin - A dignidade No Cinema Mudo

Charles Chaplin, um homem humilde cuja dignidade vai além de seus trajes maltrapidos, folgados sapatos, um chapéu-coco e uma bengala, suas marcas registradas e imortalizadas na história do cinema mudo.
Charles Spencer Chaplin Jr., Nasceu na Inglaterra, Walworth - Londres, 16 de abril de 1889. Foi ator, diretor, roteirista e musico. Seu personagem, Charles Chaplin ficou conhecido na França, como "Charlot", na Itália, Espanha, Portugal, Grécia, Romênia e Turquia, como Carlitos, no Brasil: "O Vagabundo (The Tramp)".


Chaplin foi uma das personalidades mais marcantes e criativas da era do cinema mudo, atuou, dirigiu, escreveu, produziu e financiou seus próprios filmes.

Filmes de Charles chaplin

O idílio desfeito -1914
Os clássicos vadios - 1921
O garoto - 1921
Casamento ou luxo? - 1923
Em busca do ouro - 1925
O circo - 1928
Luzes da cidade - 1931
Tempos modernos - 1936
O grande ditador -1941
Monsieur Verdoux - 1947
Luzes da ribalta - 1952
Um rei em Nova York - 1957
A condessa de Hong Kong -1967


Em 1929 ganhou seu primeiro "Oscar" (versatilidade e excelência na atuação, roteiro, direção e produção - no filme The Circus), uma estatueta que ele deu muito pouca importância. Segundo declarações, ele usava essa estatueta ao lado da porta de sua casa para não deixá-la bater. Esse fato desagradou a Academia de Hollywood que passou a não premiá-lo, apesar das indicações.
Seu posicionamento politico de esquerda, sempre esteve presente em seus filmes.
Tempos Modernos foi um filme que criticava a situação da classe operária e dos pobres, utilizando conceitos marxistas elaborados por Karl Marx.

Modern Times, 1936



Em 1940 lançou,"O Grande Ditador", seu primeiro filme falado, onde Chaplin criticou Adolf Hitle e o Fascismo.



"O Grande Ditador" recebeu nomeações como melhor filme, melhor ator, melhor roteiro e música original, mas não foi premiado.



Em 1952, Chaplin ganhou o Oscar de melhor música em filme dramático por Luzes da Ribalta (Limelight), de (1952), porém no mesmo ano após anunciar que iria viajar para Suíça com sua esposa Oona O'neil, o governo americano confisca seus bens e mais tarde quando tentou retornar aos EUA, foi proíbido pelo serviço de imigração e seu visto foi cassado sob a acusação de "Atividades anti-americanas".
Charles então decide morar na Suíça.
Em razão das perseguições da época de sua realização este prêmio só pode ser recebido em 1972, junto com talvez a sua maior premiação.

Em 1972, ainda no exílio, havendo muita expectativa nesta premiação, pois não se sabia se seria permitida sua re-entrada no país, ele volta aos Estados Unidos pela última vez, para receber um prêmio especial da Academia pelas "suas incalculáveis realizações na indústria do cinema", se tornando uma das maiores aclamações na história do Oscar, onde Chaplin foi aplaudido por mais de cinco minutos, em pé por todos os presentes.





Charles Chaplin, morreu no dia 25 de Dezembro de 1977, aos 88 anos, na Suíça, vítima de um derrame cerebral.



Biografia Wikipédia Charles Chaplin

Frases de Charles Chaplin

"A persistência é o caminho do êxito."

"Não preciso me drogar para ser um gênio... Não preciso ser um gênio para ser humano... Mas preciso do seu sorriso para ser feliz."

"Nosso cérebro é o melhor brinquedo já criado: nele se encontram todos os segredos, inclusive o da felicidade."

"No final das contas, tudo é uma piada."

“Sem a minha mãe, acho que jamais me teria saído bem na mímica. Ela possuía a mímica mais notável que já vi. Por vezes, ficava durante horas à janela a olhar para a rua e reproduzindo com as mãos, os olhos e a expressão de sua fisionomia tudo o que se passava lá em baixo. E foi observando-a assim que eu aprendi não somente a traduzir as emoções com as minhas mãos e meu rosto, mas sobretudo a estudar o homem.”

"Todos somos aficcionados. A vida é tão curta que não dá para mais."

"O verdadeiro significado das coisas se encontra na capacidade de dizer as mesmas coisas com outras palavras."

"O homem não morre quando deixa de viver, mas sim quando deixa de amar."

“O homem é um animal com instintos primários de sobrevivência. Por isso, seu engenho desenvolveu-se primeiro e a alma depois, e o progresso da ciência está bem mais adiantado que seu comportamento ético.”

“Criámos a época da velocidade, mas senti-mo-nos enclausurados dentro dela. Os nossos conhecimentos tornaram-nos cépticos; a nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.”

“Estudei o homem, porque se assim não o fizesse, não conseguiria realizar nada em meu ofício.”

"Amo as mulheres, mas não as admiro."

"Lutemos por um mundo novo... um mundo bom que a todos assegura o ensejo de trabalho, que dê futuro a juventude e segurança à velhice."

“Cada pessoa que passa na nossa vida, passa sozinha, porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra. Cada pessoa que passa pela nossa vida passa sozinha, não nos deixa só, porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso.”

“A beleza existe em tudo - tanto no bem como no mal. Mas somente os artistas e os poetas sabem encontrá-la.”

“Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da plateia que sorria.”

"Através do humor nós vemos no que parece racional, o irracional; no que parece importante, o insignificante. Ele também desperta o nosso sentido de sobrevivência e preserva a nossa saúde mental."

"Mais que de máquinas, precisamos de humanidade."

"Por simples bom senso, não acredito em Deus. Em nenhum."

"Uma pessoa pode ter uma infância triste e mesmo assim chegar a ser muito feliz na maturidade. Da mesma forma, pode nascer num berço de ouro e sentir-se enjaulada pelo resto da vida."

Assista video sobre Charles Chaplin no YouTube


"O caminho da vida pode ser o da liberdade e da
beleza, porém, desviamo-nos dele.
A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou
no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar
a passo de ganso para a miséria e os morticínios.
Criamos a época da produção veloz, mas nos
sentimos enclausurados dentro dela.
A máquina, que produz em grande escala,
tem provocado a escassez.
Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa
inteligência, empedernidos e cruéis.
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que máquinas, precisamos de
humanidade; mais do que de inteligência, precisamos de
afeição e doçura!
Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo estará perdido."

(Charles Chaplin, em discurso proferido no final do filme O grande ditador.)

Fotos - Google Imagem

Cinema e Artes Visuais - Itaú Cultural


Dentro de uma lâmpada, um bailarino sapateia. Cavalinhos de balanço cruzam desertos e superfícies cobertas de neve em uma típica casa inglesa. A obra As Meninas (1656), de Diego Velázquez, é invadida por uma câmera.

Estranho? Esses são alguns dos 18 trabalhos que compõem a exposição Cinema Sim − Narrativas e Projeções, que explora a presença da linguagem cinematográfica nas artes visuais. Em cartaz na sede do Itaú Cultural a partir de 29 de outubro, conta com obras de 11 artistas, entre eles o inglês Anthony McCall e o francês Thierry Kuntzel.

Para aprofundar o debate sobre essa relação entre linguagens, foram convidados, além dos artistas da exposição, críticos, cineastas e pesquisadores. Entre 30 de outubro e 1º de novembro, tem lugar o seminário Ainda Cinema, com coordenação de Katia Maciel, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O encerramento do seminário é celebrado com palestra do teórico francês Raymond Bellour e com o lançamento das publicações relacionadas ao evento: o livro Ensaios e Reflexões − com textos dos participantes do seminário − e os catálogos da exposição Cinema Sim − Narrativas e Projeções e da mostra O Visível e o Invisível.

Confira a programação completa, as sinopses das obras e as biografias dos participantes no hotsite Cinema Sim − Narrativas e Projeções.

Exposição

quarta 29 outubro a domingo 21 dezembro 2008
terça a sexta 10h às 21h
sábado domingo feriado 10h às 19h

Seminário

quinta 30 outubro a sábado 1 novembro

Mostra

terça 18 a domingo 23 novembro

os eventos têm entrada franca

[os ingressos para o seminário e para a mostra são distribuídos com meia hora de antecedência]


Itaú Cultural | Avenida Paulista 149 - Paraíso (próximo à estação Brigadeiro do metrô)

informações 11 2168 1777 | Itau Cultural

imagem: Helga Vaz/Itaú Cultural

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Karl Marx - Odiado e Caluniado pelo capitalismo


Karl Heinrich Marx, nasceu em Trier, na alemanhã, 5 de maio de 1818.
Foi o fundador do socialismo científico, Marxismo.
Suas principais obras foram: O Capital e o Manifesto Do Partido Comunista, que foi escrito com seu amigo Friedrich Engels.
Quando jovem trabalhou como jornalista e assinava artigos que incomodavam as autoridades.
Marx sempre foi um admirador das teorias de Hengel, um dos grandes filósofos do século XIX.
Participou de organizações clandestinas e em 1848 publicou o "Manifesto Comunista", dava-se então, a partida para a construção do que anos mais tarde viria a ser denominado o Marxismo.


Marx e Angels formularam os fundamentos do movimento de luta contra o Capitalismo e visavam construir uma sociedade sem classe e sem Estado.
Karl Marx foi um critico feroz do Capitalismo que exerceu influência sobre as mais diversas áreas. Para entender suas idéias é preciso conhecer a Dialética Marxista, os Conceitos Elementares do Materialismo Histórico.
"A atual crise financeira que o mundo se encontra aumentou a procura por obras de Karl Marx na Alemanhã, pois muitos vêem a atual crise como um fracasso do capitalismo, ler as obras de Marx talvez possa ajudar a entender o que deu errado", diz a matéria do globo.com

Frases de Karl Marx:

"Até agora os filosófoss se preocuparam em interpretar o mundo de várias formas.
O que importa é transformá-lo."

"Os homens fazem sua própria história, mas não fazem como querem, não a fazem sob circunstâncias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado."

"A religião é o suspiro da criatura aflita, o estado de ânimo de um mundo sem coração, porque é o espírito da situação sem espírito. A religião é o ópio do povo"

"A ditadura do proletariado constitui-se na transição para atingir uma sociedade sem classes."

Karl Marx morreu no dia 14 de março de 1883 em londres, seu amigo Friedrich Engels declamou estas palavras quando da morte de Marx, quinze meses após a perda da esposa:

Marx era, antes de tudo, um revolucionário. Sua verdadeira missão na vida era contribuir, de um modo ou de outro, para a derrubada da sociedade capitalista e das instituições estatais por estas suscitadas, contribuir para a libertação do proletariado moderno, que ele foi o primeiro a tornar consciente de sua posição e de suas necessidades, consciente das condições de sua emancipação. A luta era seu elemento. E ele lutou com uma tenacidade e um sucesso com quem poucos puderam rivalizar. Marx foi o homem mais odiado e mais caluniado de seu tempo. Governos, tanto absolutos como republicanos, deportaram-no de seus territórios. Burgueses, quer conservadores ou ultrademocráticos, porfiavam entre si ao lançar difamações contra ele. Tudo isso ele punha de lado, como se fossem teias de aranha, não tomando conhecimento, só respondendo quando necessidade extrema o compelia a tal. E morreu amado, reverenciado e pranteado por milhões de colegas trabalhadores revolucionários - das minas da Sibéria até a Califórnia, de todas as partes da Europa e da América - e atrevo-me a dizer que, embora, muito embora, possa ter tido muitos adversários, não teve nenhum inimigo pessoal.

Leia: O Marxismo e os desafios actuais
Entrevista de Marta Harnecker

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Feng Shui - Arte Milenar Chinesa

Feng shui é um termo de origem chinesa, cuja tradução literal é vento e água.

Segundo esta corrente de pensamento, estabelecendo uma relação Yin/yan, os ideogramas Feng e shui representam o conhecimento das forças necessárias para conservar as influências positivas que supostamente estariam presentes em um espaço e redirecionar as negativas de modo a beneficiar seus usuários.

O Feng shui é uma tradição de conhecimentos acumulados durante milênios, são técnicas ancestrais que foram difundidas através das tradições familiares.
Os chineses comparam os beneficios que o tratamento que o Feng Shui pode proporcionar a um espaço com o resultado que a terapia da apuncutura pode oferecer a um paciente. Da mesma forma que o Acupunturista diagnostica os bloqueios na circulação de energia de um paciente e aplica agulhas em uma parte do corpo para curar uma outra parte ou orgão, o consultor de Feng Shui detecta as supostas influências visíveis e invisíveis em um ambiente e recomenda curas em uma área particular do imóvel que são capazes de alterar as caracteristicas da circulação de energia no todo. Não há portanto provas científicas da existência de tais influências "visiveis e invísiveis" nos ambientes.
O conhecimento destas "influências" pode explicar muitos fenômenos que percebemos apenas de forma intuitiva, por exemplo: o que nos faz sentir confortáveis em determinados ambientes; porque certas áreas de uma edificação são pouco ou nunca ocupadas; porque alguns dos seus moradores sempre estão adoentados; porque certas edifícações ou áreas de uma cidade são bem ocupadas enquanto outras são evitadas pelos habitantes.

O primeiro objetivo do feng shui é guardar e preservar as boas influências disponíveis no lugar de modo a permitir que permaneçam e se distribuam suavemente pela edificação.

O segundo objetivo é reduzir os efeitos negativos das diversas influências nocivas ao local, presentes na sua construção ou frutos das alterações em seu entorno.

O terceiro objetivo é implementar "curas" que possam produzir resultados em termos de saúde, bem-estar e harmonia para os moradores ou usuários do espaço tratado. Isto pode ser conseguido estimulando as cararterísticas do espaço benéficas para as pessoas que habitam este local - através das alterações arquitetônicas ou da forma, da côr, e do posicionamento dos objetos presentes no local.

O feng shui é na verdade uma arte de harmonização energética chinesa que busca organizar os nossos espaços buscando integrar o ser humano à natureza, à terra e ao céu, trazendo mais saúde e prosperidade.
Durante muito tempo o Feng Shui foi uma pratica ilegal na República popular da China, nesses tempos os praticantes desta arte tiveram seus livros queimados, foram presos e perseguidos. Somente com a modernização do país, o Feng Shui tornou-se um tema de pesquisas importantes para as universidades chinesas.
No ocidente essa arte começou a ganhar espaço com o surgimento da Nova Era de Aquarius. Muitos projetos de construções modernas e muitas empresas que atuam no oriente e no ocidente, incorporaram princípios do Feng Shui em suas construções e escritórios, a exemplo disso está o Citibank, Morgan Bank e Wall Street Journal.
O Hotel Hyalt, de Cingapura, constatou uma considerável mudança para melhor nos negócios desde que promoveu adaptações em seu edifício para melhorar o Feng Shui.

Consultores de Feng Shui alertam, que antes de alterar o mundo exterior é preciso reformular o modo de pensar e de agir. A canalização correta desta energia no ambiente externo se reflete no equilíbrio interno das pessoas e na vida das mesmas.

Especial Feng shui Abril cultural:

- Você pode conquistar sucesso na carreira e felicidade na vida pessoal equilibrando as energias dentro da sua casa.
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- Curiosidades

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Seu Computador a Serviço de Causas Humanitárias


Tecnologia a favor de causas humanitárias
Já pensou emprestar seu computador para projetos científicos?

A Computação Voluntária é um projeto que utiliza a capacidade ociosa do seu computador em favor de causas humanitárias que vão desde pesquisas sobre o combate ao câncer, Aids,
dengue,malária, além de outros estudos científicos, como previsão do clima, pesquisas sobre estrelas de nêutro, busca de inteligência extraterrestre. O centro de pesquisa da Cern está também aceitando contribuíção de usuários domésticos para ajudar no processo de coleta de informações de dados para o LHC (Grande Colisor de Handróns).
Em alguns desses projetos a exigência é um processador Pentium 4 de 2 GHz, mas existem outros projetos onde as exigências quanto a capacidade do computador é menor, só que nesse caso o tempo ocioso da máquina precisará ser maior.
Se você tem uma máquina com um processador de 1,6 GHz, disco rígido com pelo menos 1GB livre e memória RAM mínima de 256 MB, com certeza poderá dar sua contribuíção em algum projeto.
A intenção do projeto é formar uma grande comunidade de colaboradores.
Para participar desse projeto, os interessados deverão baixar em seu computador um programa que permitirá a captura e envio dos dados depois que eles tiverem sido processados. Nessa fase deve se ter muita cautela e verificar se a instituição que se está aderindo é séria, pois assim você estará se previnindo da ação de pessoas mal intencionadas.

Entenda como funciona a computação voluntária e veja como você pode participar, clique aqui

domingo, 19 de outubro de 2008

Arte e cultura no combate à violência


Em outubro, o Itaú Cultural e o AfroReggae apresentam o Antídoto - Seminário Internacional de Ações Culturais em Zonas de Conflito. Pensadores e atores sociais do Brasil, de Burkina Faso, da República Democrática do Congo e de El Salvador participam dos seminários, entre os dias 21 e 23.

O encontro pretende promover debates e trocas de experiências sobre a força da arte e da cultura no combate à violência, seja em zonas devassadas pela guerra ou em conflitos urbanos ou rurais.

Saiba mais e conheça os participantes dos seminários no hotsite do Antídoto 2008.

terça 21 a sexta 23 outubro

terça 21

15h às 16h
documentário Sete dias em Burkina Faso

17h às 19h
debate Facções e Fronteiras Invisíveis, com Luis Romero Gavidia e Orlando Zaccone

20h às 22h
debate Produção Cultural: Experiências da República Democrática do Congo e de Burkina Faso, com Koudbi Koala e Lena Slachmuijlder, mediação Renata Bittencourt

quarta 22

15h às 16h
documentário O Veneno e o Antídoto - Uma Visão da Violência na Colômbia

17h às 19h
debate A Liberdade e Seus Perímetros, com Jucileide Mauger e Ronaldo Monteiro, mediação de Edson Natale

20h às 22h
debate O Futuro do Outro Lado do Muro, com Beto Chaves e Norton Guimarães, mediação de Bruno Paes Manso

quinta 23

15h às 16h
documentário Chitti Hatia

17h às 19h
debate Imagens: Enxergar Longe, Conviver Perto, com Estevão Ciavatta e Sharad Sharma, mediação Guilherme Kujawski

20h às 22h
debate O Ponto em que Estamos, com Cirlene Rocha e Francisco Pinhanta, mediação Edson Natale

Itaú Cultural | Avenida Paulista 149 - Paraíso (próximo à estação Brigadeiro do metrô)

informações 11 2168 1777 | Itaú cultural

imagem: Patrick Lavaud/divulgação

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

kitsch - Arte de Jeff Koons no Palácio de Versailles

O artista pop americano Jeff Koons, 53 anos, adepto do estilo kitsch, expõem suas obras no palácio de Versalhes (em francês Château de Versailles), na França. São 17 obras monumentais realizadas desde 1980 até os dias atuais, que ficaram em cartaz até o dia 14 de dezembro. Essa exposição está causando uma enorme polêmica entre os franceses, centenas se pessoas reunidas em frente ao Palácio de Versalhes, manisfestaram sua indignação por uma arte Pop está exposta em um lugar de arte erudita. O diretor do Palácio de Versalhes, Jean-Jacques Aillagon, ex-ministro da Cultura, rebate essas críticas dizendo que "Versalhes deve ser um lugar cultural vivo e não ficar imerso no formol".



Fotos da exposição no Palácio de Versalhes



Três aspiradores, dois aparelhos para lavar o chão, iluminados por luzes de neon, fazem parte de uma instalação em mostra de obras pop art do artista americano Jeff Koons, em Versalhes.



Auto-retrato de Jeff Koons. A escultura foi feita em 1991 e está exposta no Salão de Apolo, que integra o Grande Apartamento do rei Luís 14. Alguns franceses não gostaram de ver arte pop em lugar tão solene.



'Rabbit' ('Coelho'), de 1986, em aço inoxidável, é uma das criações mais famosas de Jeff Koons, considerada por especialistas como uma das obras mais emblemáticas do final do século 20.



'Split-Rocker', de 2000. A escultura é composta de 100 mil flores naturais e possui um sistema de irrigação interna. A cabeça mistura a forma de um pônei com a de um dinossauro. As flores são um tema recorrente da obra de Koons.



'Moon' ('Lua') ? 1995 a 2000, exposta na famosa Galeria dos Espelhos do Palácio de Versalhes. A obra, em cromo inoxidável e aço, é coberta com um revestimento colorido e pesa 1,2 tonelada.

Estilo kitsch

"O termo é utilizado para designar o mau gosto artístico e produções consideradas de qualidade inferior. A noção aparece no vocabulário dos artistas e colecionadores de arte em Munique, em torno de 1860 e 1870, forjada a partir de kitschen, "atravancar", e de verkitschen, "trapacear" (vender outra coisa no lugar do objeto combinado), o que denota imediatamente o sentido pejorativo que a acompanha desde o nascimento. De modo geral, a gênese do kitsch é localizada no Romantismo, pela ênfase aí observada na expressão dos sentimentos e das emoções, o que na literatura, por exemplo, toma forma do melodrama e da literatura popular. Negação do autêntico, cópia e artificialidade são os significados freqüentemente associados aos objetos e produções kitsch, encontráveis tanto nas artes visuais, na literatura e na música, quanto no design e na profusão de produtos que cercam o cotidiano: souvenirs turísticos, miniaturas, adornos, objetos de decoração e de devoção, talismãs religiosos etc. A noção se populariza na década de 1930 com as formulações dos críticos Theodor Adorno (1903-1969), Hermann Broch (1886-1951) e Clement Greenberg (1909-1994), que definem o kitsch por oposição às pesquisas inovadoras da arte moderna e da arte de vanguarda. Pensando o kitsch a partir do conceito marxista de "falsa consciência", Adorno localiza-o no seio da indústria cultural e da produção de massas. Broch, por sua vez, opõe a arte criativa às imitações e convenções artificiais que orientam as produções kitsch. Greenberg define o "estilo" como arte da cópia, das "sensações falsas" e da obediência às regras acadêmicas. Nesse sentido, o kitsch é definido como o avesso da vanguarda. Diz ele: "Onde há uma vanguarda geralmente também encontramos uma retaguarda. É bem verdade - simultaneamente à entrada em cena da vanguarda, um outro fenômeno cultural apareceu no Ocidente industrial: aquilo a que os alemães dão o maravilhoso nome de Kitsch: a arte e a literatura popular e comercial com seus cromotipos, capas de revista, ilustrações, anúncios, subliteratura, histórias em quadrinhos, a música de Tin Pan Alley, sapateado, filmes de Hollywood etc. etc.".

Ainda que, muitas vezes, se fale no kitsch como um conceito universal - reconhecível portanto em qualquer época e estilo artístico -, a maior parte dos estudiosos localizam-no no seio da sociedade industrial, de feitio burguês, o que faz do estilo kitsch um dos produtos típicos da modernidade. A pujança do kitsch, indica Abraham Moles, coincide com a expansão do mercado e com a emergência da sociedade de massas que impõem normas à produção artística ditadas pela difusão e possibilidades de aquisição de produtos artísticos - de modo geral, reproduções e cópias - em função dos baixos preços. Os grands magazins, que abrem suas portas a partir da segunda metade do século XIX, dão vazão aos novos produtos que visam agradar às classes médias: porcelanas, bibelôs, estatuetas, cromos com reproduções de estampas e/ou figuras célebres etc. O kitsch apresenta-se desse modo como a arte que está ao alcance do homem, disponível nas vitrines e casas comerciais.

Os artifícios do mundo burguês revelam-se nos produtos kitsch, confeccionados em geral a partir de novos materiais que nunca se apresentam como são: a madeira é pintada imitando o mármore; os objetos de zinco, bronzeados; as estátuas de bronze, por sua vez, douradas. A norma consiste em utilizar matéria-prima considerada inferior - por exemplo, gesso, estuque, ferro e zinco - dissimulando-as para que pareça nobre. A técnica da simulação combina-se nas produções kitsch com a ornamentação rebuscada, com a associação de ampla gama de cores e com a distorção das dimensões da figura em relação ao objeto representado (por exemplo, o Arco do Triunfo em miniatura ou um rato gigante estilizado em bronze). Nota-se ainda a tendência ao exagero e à acumulação de elementos numa só composição. Nesse sentido, a arte kistch é essencialmente sincrética, alimentando-se de elementos retirados de diferentes escolas e artistas. Localiza-se, assim, nas antípodas da funcionalidade e do despojamento que caracterizam, por exemplo, as obras da Bauhaus. Longe da funcionalidade, as produções kitsch caracterizam-se pela gratuidade e por seu caráter eminentemente decorativo.

A despeito das considerações críticas sobre a existência de uma oposição entre o kitsch e as vanguardas, nota-se uma estreita relação entre os termos: tanto as produções kitsch incorporam procedimentos das vanguardas quanto, ao contrário, diferentes movimentos de vanguarda se interessam pelo kitsch em função do modo como ele subverte os padrões estéticos, de modo muitas vezes irônico. Um bom exemplo disso são os bigodes colocados por Marcel Duchamp (1887-1968) numa reprodução da Gioconda de Leonardo da Vinci (1452-1519), que fazem dela um ready-made retificado, o L.H.O.O.Q. (1919). O ato e a obra de Duchamp empreendem uma leitura da tradição a partir do caráter falsificado e postiço que ela assumiria no mundo moderno. Mais tarde, no período posterior à 2ª Guerra Mundial (1939-1945), a arte pop retira o sentidos pejorativos que cercam o kitsch. A arte pop se apresenta como um dos movimentos que recusa a separação arte/vida, e o faz - eis um de seus traços característicos - pela incorporação das histórias em quadrinhos, da publicidade, das imagens televisivas e do cinema. Ao aproximar arte e design comercial, os artistas superam, propositadamente, as fronteiras entre arte erudita e arte popular, ou entre arte elevada e cultura de massas, flertando sistematicamente com o kitsch. Lembremos, entre outros, a colagem de Richard Hamilton (1922), O que exatamente torna os lares de hoje tão diferentes, tão atraentes? (1956), as naturezas-mortas de Tom Wesselmann (1931), compostas com produtos comerciais, os quadrinhos de Roy Lichtenstein (1923), as esculturas de Claes Oldenburg (1929) - Duplo Hamburguer
(1962) - e as diversas obras de Andy Warhol (1928-1987): 32 Latas de Sopas Campbell
(1961-1962), Caixa de Sabão Brilho (1964) etc. No Brasil as obras de Nelson Leirner
(1932) e Wesley Duke Lee (1931) são pioneiras na incorporação dessas discussões. O pós-modernismo da década de 1980 rompe mais uma vez, e com resultados diversos, as fronteiras entre o kitsch e a chamada arte erudita."

Kitsch - Itaú Cultural

Rio de Janeiro: Belezas Naturais e Violência Urbana

Rio de Janeiro, cidade de encantos e belezas naturais, e também palco da violência urbana. Um cenário paradoxal de belezas, violências e graves desigualdades sociais.


No dia 4 de setembro , o Jornal Extra publicou uma entrevista com o Presidente Luiz Ignácio Lula da Silva.
O jornalista argumenta com o presidente, que a população do Rio de Janeiro não aguenta mais conviver com a violência no Estado do Rio, e que para piorar a situação, a população é obrigada a conviver com as milícias que infernizam a vida dos mais pobres.
E pergunta ao presidente o que é possível fazer?
O presidente então respondeu: Eu e Sérgio Cabral estamos trabalhando juntos para resolver o problema da segurança pública do Rio. Fazemos muito investimento em inteligência que resolve mais que a brutalidade. A policia muitas vezes é o problema. Veja o que o exército fez com aquele três jovens no morro da Mineira ( 11 militares são acusados de seqüestrar três moradores da Providência e entregar a traficantes da Mineira, que mataram as vítimas, em junho), vamos dar uma virada com as intervenções em urbanização e saneamento em Manguinhos, na Rocinha, no Alemão e no Pavão-Pavãozinho. Existe uma geração entre 17 e 24 anos que viveu um período que o país não crescia. São deserdados que acabavam caíndo no crime organizado. vamos ganhar essa guerra contra o crime organizado. Poderia não fazer essas obras em favelas do Rio se fosse olhar o prefeito Cesar Maia, (inimigo político de Lula). Mas tenho que olhar para o povo do Rio de Janeiro.

Alguém sabe me dizer, que inteligência é essa?

O problema da violência do Rio, como de todo país, chama-se NARCOTRÁFICO.
Não vi até hoje, nenhum governo que tivesse peito para encarar.
Moralize a política e o judiciário, combata o narcotráfico na fronteira, trabalhe em direção a diminuíção das desigualdades sociais proporcionando educação de boa qualidade, que aí sim, teremos um novo caminho para acabar com a violência e vivermos e um país mais justo e decente.
Temos no Brasil, principalmente no Rio de Janeiro, a estrutura perfeita para o Narcotráfico prosperar e a sociedade padecer.
Devido a essa cegueira governamental de anos, o Rio de Janeiro é visto assim pelo mundo como uma cidade de paradoxos entre beleza, desigualdades sociais e violência.


As fotos abaixo foram publicadas no Jornal The Boston Globe, Scenes from Rio de Janeiro.















Até quando?

Arte que encanta - Tarsila do Amaral

Tarsila do amaral é a pintora mais representativa da primeira fase do movimento modernista brasileiro, ao lado de Anita Malfatti. Seu quadro "Abaporu", de 1928, inaugura o movimento antropofágico nas artes plásticas.

Começou a aprender pintura em 1917, com Pedro Alexandrino. Mais tarde, estuda com George Fischer Elpons. Em 1920, viaja a Paris e freqüenta a Académie Julien, onde é orientada por Émile Renard. Na França, conhece Fernand Léger e participa do Salão Oficial dos Artistas Franceses de 1922, desenvolvendo técnicas influenciadas pelo cubismo. De volta ao Brasil, em 1922, Tarsila,Anita Malfatti, Menotti del Picchia, Mário de Andrade e Oswald de Andrade, formando o chamado Grupo dos Cinco, que defende as idéias da Semana Arte Moderna e toma a frente do movimento modernista no país.

Casa-se com Oswald de Andrade em 1926 e, no mesmo ano, realiza sua primeira exposição individual, na Galeria Percier, em Paris. A partir de então, suas obras adquirem fortes características primitivistas e nativistas e passam a ser associadas aos Movimentos Pau-Brasil e Antropofágico, idealizados pelo marido. É dessa época sua tela Abaporu, cujo nome de origem indígena que significa "antropófago". A teoria antropofágica propunha que os artistas brasileiros conhecessem os movimentos estéticos modernos europeus, mas criassem com uma feição brasileira.
1931, após viagem à União Soviética, passa por uma fase de temática mais social, da qual são exemplos as telas Operários e Segunda Classe. Expõe nas 1ª e 2ª Bienais de São Paulo e ganha uma retrospectiva no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) em 1960. É tema de sala especial na Bienal de São Paulo de 1963 e, no ano seguinte, apresenta-se na 32ª Bienal de Veneza.









Apesar de integrar-se ao movimento modernista brasileiro, Tarsila não participou da Semana de 22.

Fonte de Pesquisa e origem das fotos
wikipédia
Site Oficial da Pintora

Prisão de Guantánamo X Anistia Internacional

O presídio de Guantánamo está localizado na Base de Guantánamo (na ilha de Cuba), esse presídio é o símbolo do desrespeito dos direitos humanos. Inaugurada em 2002, serviu para levar os presos capturados no Afeganistão e no Iraque, acusados de pertecerem aos grupos AL.Qaeda e Taliban, após o atentado de 11 de Setembro. Os presos de Guantánamo são encarcerados sem acusação formada, sem processo e sem direito a julgamento.





Segundo depoimento da Cruz Vermelha Internacional, os prisioneiros são vitímas de maus tratos e torturas. E diz também que, desde a invasão do Afeganistão pelos EUA, existe uma prisão nos mesmos moldes de Guantánamo, onde é comun a prática de torturas pelos soldados Americanos.
Segundo informação, essa prisão se localiza numa base militar dos EUA, na cidade de Bagran, no distrito de Parvan.



Graças a forte pressão que vem sofrendo pela Anistia Internacional, tudo indica que até janeiro de 2009, Guantánamo deva ser desativada, pois a mesma foi motivo de duras críticas e desgaste da figura do atual presidente George W. Bush, símbolo da arrogância do imperialismo americano e várias violações dos direitos humanos.


Foto do protesto irlandes
Foto da Prisão de Guantánamo

Garoto Índigo, Um Fenômeno Curioso

O Garoto índigo é um fenômeno curioso, intelectual e paranormal. O garoto se chama Boriska, sua mãe é Nadezhda, uma dermatologista de uma clínica pública russa que se graduou no Instituto Médico de Volgograd por volta de 1991. Seu pai é um funcionário público aposentado.



CIENTISTAS RUSSOS ESTUDAM FENOMENAL GAROTO ÍNDIGO

Os cientistas russos assumem publicamente suas pesquisas sobre espiritualismo abordando a reencarnação reconhecida cientificamente e a existência de vida extraterrestre.

Esse é um texto completo, traduzido de uma das reportagens do PRAVDA, assinada pelo jornalista e cientista Gennady Belimov: Em 11 de Janeiro de 1996, uma criança incomum nasceu na cidade de Volzhsky, na região de Volgograd, Rússia. Sua mãe, Nadezhda Kipriyanovich, descreve O trabalho de parto: "Foi muito rápido e não
senti nenhuma dor. Quando me mostraram o bebê, ele me olhava fixamente com seus grandes olhos castanhos. Como médica, eu sei que não é habitual entre naciturnos esse olhar concentrado. Exceto esse fato ele parecia um bebê normal."

Quando saiu da maternidade, de volta ao lar, Nadezhda começou a perceber que o menino, chamado Boris, tinha um comportamento singular: raramente chorava e nunca solicitava qualquer alimento. Ele crescia como as outras crianças, mas começou a falar frases inteiras aos oito meses. Com um ano e meio, lia jornais. Os pais deram a ele um jogo de peças para montar figuras e ele começou a elaborar peças geométricas combinando diferentes partes com precisão. "Eu tinha a impressão de que nós éramos como aliens para ele, aliens com os quais ele estava tentando se
comunicar" - disse a mãe de Boris ou Boriska, como é chamado pela família.

Boriska começou a desenhar figuras que, à primeira vista, eram abstrações nas quais se misturavam tons de azul e violeta. Quando psicólogos examinaram os desenhos, disseram que o garoto estava, provavelmente, tentando representar a aura das pessoas que via ao seu redor. Aos três anos, Boris começou a conversar com seus pais sobre o Universo. Ele sabia nomear todos os planetas do Sistema Solar e seus respectivos satélites. Ele falava também nomes e número de Galáxias. Isso pareceu assustador e a mãe pensou que seu filho estava fantasiando; por isso, resolveu conferir se aqueles nomes realmente existiam. Consultou livros de astronomia e ficou chocada ao constatar que Boris, de fato, sabia muito sobre aquela ciência.

Os rumores sobre o "menino-astrônomo" espalharam-se rapidamente na cidade. Boriska tornou-se uma celebridade local e as pessoas começaram a visitá-lo para ouvi-lo falar sobre civilizações extraterrestres, sobre a existência de antigas raças humanas cujos indivíduos mediam três metros de altura, sobre o futuro do planeta em função de mudanças climáticas. Todos ouviam aquelas coisas com grande interesse embora não acreditassem nas histórias.

Os pais decidiram batizar o filho, cogitando que talvez fosse uma questão espiritual pois acreditavam que havia algo errado com Boris. Mas o fenômeno não cessou: Boriska começou a falar às pessoas sobre seus "pecados". Um dia, na rua, abordou um rapaz e admoestou-o por usar drogas; falava com certos homens para parar de bater em suas mulheres; prevenia pessoas sobre a iminência de problemas e doenças.

O menino sofre com o conhecimento prévio de desastres naturais ou sociais: durante a crise do Beslan, recusou-se a ir à escola enquanto durou o ataque. Quando perguntaram a ele o que sentia sobre o assunto respondeu que era como se algo queimasse dentro dele. "Eu sabia que o caso todo teria um final terrível" - disse Boriska.

Sobre o futuro do planeta, ele adverte que a Terra passará por duas situações muito perigosas nos anos de 2009 e 2013, com a ocorrência de catástrofes relacionadas à água.

Especialistas dos Instituto de Estudos do Magnetismo Terrestre e Ondas de Rádio da Academia Russa de Ciências (Institute of Earth Magnetism and Radio-waves of the Russian Academy of Sciences) fotografaram a aura de Boriska que mostrou-se forte, nítida de modo incomum. O professor Vladislav Lugovenko analisa: 'Ele apresenta um espectograma laranja, O que significa que é uma pessoa alegre, positivo, com um intelecto muito poderoso.
Existe uma teoria de que o cérebro humano possui dois tipos básicos de memória: a memória de trabalho (consciente, voluntária) e a memória remota. Uma das habilidades do cérebro é salvar informações sobre a experiência, sejam emoções ou pensamentos, em uma dimensão que transcende o indivíduo. Essas informações são capturadas por um singular campo informacional que faz parte do Universo. Poucas pessoas são capazes de acessar informações contidas nesse campo.'

Ainda segundo Lugovenko, é possível medir as faculdades extra-sensoriais das pessoas com o auxílio de equipamentos especiais e através de procedimentos muito simples. Cientistas de todo o mundo têm-se se empenhado na pesquisa desses fenômenos a fim de revelar o mistério destas crianças extraordinárias, como o garoto Boris. Um dado interessante é que nos últimos 20 anos, bebês dotados de habilidades incomuns têm nascido em todos os continentes.

Os especialistas chamam estas crianças de "indigo children" ou"crianças azuis", possivelmente uma referência ao avatar indiano Khrisna que, segundo a lenda, era azul. Boriska é uma dessas crianças.
Aparentemente, as "crianças azuis" tem a missão especial de promover mudanças em nosso planeta. Muitas delas têm as espirais do DNA notavelmente perfeitas o que lhes confere uma inacreditável resistência do sistema imunológico capaz de neutralizar a ação do vírus da AIDS. Eu tenho encontrado crianças assim na China, Índia, Vietnam entre outros lugares e estou certo de esta geração mudará o futuro da nossa civilização.

Enquanto as agências espaciais tentam encontrar sinais de vida no planeta Marte, Boriska, aos nove anos, relata aos seus parentes e amigos tudo o que sabe sobre a civilização marciana, informações que ele recorda de uma vida passada. Um jornalista russo entrevistou recentemente o menino sobre sua experiência como habitante de Marte:

ENTREVISTADOR - Boriska, você realmente viveu em Marte como dizem as pessoas da vizinhança?
BORISKA - Sim, eu vivi, é verdade. Eu tinha 14 ou 15 anos. Os marcianos faziam guerra todo o tempo e eu tinha de participar daquilo. Eu podia viajar no tempo e no espaço, podia voar em naves espaciais e também pude observar a vida no planeta Terra. As naves marcianas são muito complexas e podem se deslocar pelo Universo.

ENTREVISTADOR - Existe vida em Marte atualmente?
BORISKA - Sim, existe, mas o planeta perdeu sua atmosfera há muitos anos atrás como resultado de uma catástrofe global. O povo marciano ainda vive em cidade nos subterrâneos. Eles respiram gás carbônico.

ENTREVISTADOR - Qual é a aparência dos marcianos?
BORISKA - Eles são muito altos, uma altura média de sete metros. Eles possuem capacidades inacreditáveis. Boriska fala de Marte mas também tem lembranças de suas observações sobre Terra naquela existência passada: ele foi testemunha da destruição da lendária civilização da Lemúria, "a maior catástrofe que já aconteceu neste planeta. Um continente gigante foi engolido por terríveis tempestades oceânicas. Eu tinha um amigo lemuriano que morreu na minha frente esmagado por uma rocha. Não pude fazer nada. Nós estamos destinados a nos reencontrar em algum momento desta vida." Sobre o Egito, Boriska diz que existe um conhecimento precioso oculto sob uma
pirâmide que ainda não foi descoberta: 'A vida vai mudar quando a
Esfinge for aberta. A Esfinge tem um mecanismo que aciona uma abertura secreta. O mecanismo está atrás da orelha.'

Quanto ao aumento de nascimentos de crianças especialmente
dotadas, o garoto informa que isto é decorrência do fato de que "chegou a época" propícia para que elas venham à Terra porque o "renascimento do planeta se aproxima... Eles estão nascendo e estarão preparados para ajudar as pessoas... Amar seus inimigos, essa é a Lei.
Você sabe porque o lemurianos pereceram? Porque eles não investiram no desenvolvimento espiritual e mergulharam nas práticas da Magia desconsiderando esta Lei.
O amor é a verdadeira mágica!". Boris encerrou a entrevista dizendo:
Kailis, e o entrevistador perguntou:

ENTREVISTADOR - O que você disse?
BORISKA - Eu disse Olá. Essa é a língua do meu planeta.

Como diz o ditado: "A Mais Coisas entre o céu e a terra do que julga nossa vã filosofia"

Fonte: Jornal de PRAVDA, Rússia

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Amazônia - Soberania Nacional

Várias Potências Mundiais cobiçam a Amazônia e fazem assim planos para a internacionalização da mesma. Com a desculpa de preservar o meio ambiente e as culturas indigenas da amazônia eles querem ocupar nosso território. Isso é um problema de Soberania Nacional já que a Amazônia brasileira equivale a 58% do território nacional e representa 67% das florestas tropicais do mundo. Somos a maior nação tropical do planeta, e no futuro poderemos ser a maior potência mundial, devido as quantidades de energia renovável hidrica e florestal, sem contar com as imensas possibilidades energéticas vindas da radiação solar e as reservas minerais, ouro, bauxita e manganês. Não podemos aceitar que países como, Estados Unidos, Inglaterra e França sejam gestores da Amazônia e monopolizem nossas principais riquezas. A tempos atrás o ex-presidente François Mitterrand prôpos declarar a Amazônia uma zona de interesse mundial e conferir ao Brasil "Soberania Restrita" sobre a região, a idéia teve apoio do presidente George Bush. Cabe ao Brasil, elaborar um plano de desenvolvimento sustentável para a Amazônia e fortalecer nossas Forças Armadas. A Amazônia não pode mais viver de "ciclos econômicos", borracha, extrativismo florestal, ciclo da zona franca. As atividades econômicas devem privilegiar: o extrativismo, o ecoturismo, a agroindústria e a pesca. Para que no futuro os frutos sejam distribuidos à população. A exploração mineral tem que ser monopólio estatal da união, a exemplo da Petrobrás. Não fica claro porém, que um projeto de lei, vindo de um governo que sempre se manifestou contra as privatizações ocorridas no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, fale em criar o extrativismo privado com o propósito de entregar às empresas privadas no regime de concessões a exploração. Medidas que atendem aos interesses das empresas supra-nacionais e dos paíse desenvolvidos e enfraquece nossa soberania. No dia 21 de Fevereiro de 2005 o governo enviou ao Congresso Nacional, em Regime de Urgência Constitucional um Projeto de Lei de Gestão de Florestas Públicas, o Projeto de Lei recebeu o nº4776/2005. Esse Projeto de Lei trata entre outro assuntos,do Programa Nacional de Florestas que tem por objetivo promover o desenvolvimento sustentável das florestas brasileiras por empresas privadas também de capital estrangeiro, seus recursos serão provinientes do Tesouro Nacional e de recursos de cooperação técnica e financeira externa recebida da Organização Internacional de Madeiras Tropicais (OIMT), do Programa Piloto para proteção das florestas tropicais (PPG7), do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF)e dos governos do Japão, Inglaterra e Holanda. O prazo de concessão será de 5 a 60 anos. Esse projeto é uma tentativa de lotear a Amazônia e entregar o ouro na mão do bandido. A Comissão Permanente do Direito Ambiental do Instituto dos Advogados Brasileiros, emitiu o seguinte parecer: “Ementa – Projeto de Lei que propôs a criação de órgão para gestão dos recursos florestais públicos mediante cessão de uso e direitos de exploração comercial a terceiros por meio de licitação. Projeto flagrantemente inconstitucional por pretender a transferência de função exclusiva do Congresso Nacional e do Conselho de Defesa Nacional a órgão do Poder Executivo atípico, que seria dotado de absoluta autonomia administrativa e financeira e que não se sujeitaria a qualquer controle da sociedade. Riscos evidentes à soberania brasileira em zonas isoladas do território nacional, onde o ingresso de órgãos fiscalizadores dependeria de autorização prévia do órgão cuja criação se propõe. Criação de fundo público com recursos orçamentários e receitas resultantes da exploração do patrimônio público, cuja gestão com absoluta autonomia ficaria a cargo do novo órgão do Poder Executivo sem qualquer controle do Congresso Nacional ou da sociedade civil. Afronta aos princípios democráticos e participativos do SISNAMA. Projeto que deve ser rejeitado por afrontar aos Incisos XVII do Artigo 49 e III do Artigo 91 da Constituição Federal, além de afrontar a ordem democrática, desrespeitar direitos já reconhecidos pelo Estado quanto a ocupação de terras pelas comunidades que residem em florestas públicas, e contrariar os princípios administrativos vinculados à gestão transparente da coisa pública. Esse projeto atende aos interesses das grandes Potências Mundiais, interessada em se apropriar das nossas riquezas e manter suas soberanias mundiais. Cabe ao povo brasileiro, sociedades organizadas, se manifestar e difundir essas idéias tortas dos nossos governantes. No futuro esse interesse poderá ser motivos de guerra, assim como ocorre hoje no Oriente médio. Desse temor nasce a Urgência Constitucional e a preocupação com nossa soberania. Que país é esse que deixaremos aos nossos filhos e netos? Todos nós temos o dever e a obrigação de lutar por aquilo que achamos justo.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Pablo Picasso, Plágio ou Genialidade?

Pablo Picasso, Plágio ou genialidade, o que você acha?
As grandes influências de Picasso. Uma exposição inaugurada nesta quarta-feira em Paris (Grand Palais) - "Picasso e os Mestres", explora a influência que grandes mestres como: Ticiano, Rembrandt, Goya Manet, Delacroix, Renoir, Velasquez, Titian e Van gogh, tiveram na obra de Picasso. A exposição mostra as obras de picassos ao lado daquelas que teriam sido suas obras inspiradoras, reeleituras das obras de grandes mestres.

Exposição "Picasso e os Mestres"















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